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dc.contributor.authorSILVA, Daniel Falcão Felisberto da-
dc.contributor.authorSOUZA, Edvaldo da Silva-
dc.contributor.authorSILVA, Thais Carine Lisboa da-
dc.date.accessioned2026-10-01T15:36:40Z-
dc.date.available2026-10-01T15:36:40Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.urihttp://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/1367-
dc.descriptionDissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu do Faculdade pernambucana de Saúde– FPS, como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Educação para o Ensino em Saúde.pt_BR
dc.description.abstractRESUMO Introdução: Competências colaborativas são essenciais para o cuidado integral em saúde, e sua avaliação permite monitorar o impacto de iniciativas de Educação Interprofissional (EIP). No contexto brasileiro, ainda há escassez de instrumentos validados capazes de mensurar, de forma padronizada, a autopercepção dos estudantes sobre essas competências, especialmente em cenários reais de prática colaborativa. Objetivo: Traduzir, adaptar transculturalmente e validar psicometricamente o Interprofessional Collaborative Competency Attainment Survey (ICCAS) para o português brasileiro. Métodos: Estudo metodológico em cinco fases: tradução e síntese, avaliação por comitê de especialistas bilíngues, teste-reteste, adaptação transcultural e validação psicométrica. Participaram estudantes de medicina com vivências estruturadas em Educação Interprofissional, desenvolvidas em um centro de atenção e aprendizagem interprofissional vinculado a uma instituição de ensino superior da área da saúde localizada no nordeste brasileiro. A consistência interna foi analisada pelo alfa de Cronbach, a validade de construto pela Análise Fatorial Exploratória e a responsividade pela comparação dos escores pré e pós-vivência interprofissional. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade Pernambucana de Saúde, sob os CAAE nº 84682424.4.0000.5569 e nº 84356924.6.0000.5569. Resultados: Nas etapas de teste (n=50) e reteste (n=33), os participantes demonstraram adequada compreensão do instrumento, não sendo identificadas dificuldades relevantes de interpretação dos itens, além de adequada estabilidade temporal das respostas e excelente consistência interna (α = 0,969–0,971). Na validação psicométrica (n=108), observou-se estrutura unifatorial, com variância explicada de 60,7% antes e 69,6% após a experiência interprofissional. Além disso, houve aumento significativo na autopercepção das competências colaborativas avaliadas (p < 0,001), evidenciando elevada responsividade do instrumento. Conclusão: A versão brasileira do ICCAS apresentou equivalência cultural, elevada confiabilidade, validade de construto adequada e marcada responsividade, mostrando-se apropriada para avaliar o desenvolvimento de competências colaborativas na formação em saúde no país. Palavras-chave (DeCS): educação interprofissional; práticas interdisciplinares; reprodutibilidade dos testes; estudo de validação; adaptação transcultural.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.subjectEducação interprofissionalpt_BR
dc.subjectPráticas interdisciplinarespt_BR
dc.subjectReprodutibilidade dos testespt_BR
dc.subjectEstudo de validaçãopt_BR
dc.subjectAdaptação transculturalpt_BR
dc.titleTradução, adaptação transcultural e validação de um instrumento para avaliar competências em atendimento colaborativo interprofissionalpt_BR
dc.typeOtherpt_BR
dc.contributor.programPrograma de Pós-Graduação Stricto Sensu Mestrado Profissional em Educação para o Ensino na Área de Saúdept_BR
Appears in Collections:TCC (Dissertações)

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