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dc.contributor.authorSILVA, Juliana Vasconcelos da-
dc.contributor.authorSILVA, Reneide Muniz da-
dc.date.accessioned2026-02-09T15:15:54Z-
dc.date.available2026-02-09T15:15:54Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttp://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/1292-
dc.descriptionDissertação apresentada em cumprimento às exigências para obtenção de grau de Mestre no Mestrado Profissional em Educação para o Ensino na Área de Saúde pela Faculdade Pernambucana de Saúde.pt_BR
dc.description.abstractRESUMO Introdução: A Educação Interprofissional (EIP) é estratégia essencial para qualificar os sistemas de saúde, fortalecer o trabalho em equipe e promover práticas colaborativas. No Brasil, está alinhada aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e às Diretrizes Curriculares Nacionais da área da saúde, que enfatizam a integralidade do cuidado e o desenvolvimento de competências colaborativas. Objetivo: Analisar a percepção dos docentes atuantes no Centro de Atenção e Aprendizagem Interprofissional em Saúde acerca da prática interprofissional colaborativa, por meio da Escala de Avaliação da Colaboração Interprofissional em Equipe (AITCS II-BR). Métodos: Estudo observacional, transversal, descritivo-analítico, com abordagem quantitativa, realizado por meio de survey em uma instituição de ensino superior em Recife, Pernambuco. Foram convidados 30 docentes atuantes no Centro de Atenção e Aprendizagem Interprofissional em Saúde, dos quais 22 participaram do estudo (73,3%). A variável dependente foi o nível de colaboração interprofissional, mensurado pela AITCS II-BR, e as variáveis independentes incluíram características sociodemográficas e informações relacionadas à atuação docente. Os dados foram coletados via Google Forms e analisados no software Jamovi por meio de estatística descritiva. Resultados: A maioria dos participantes era do sexo feminino (59,1%), com idade entre 31 e 40 anos (59,1%), e apresentou composição multiprofissional. A média de tempo de experiência profissional foi de 15,27 anos (DP = 10,26). Observou-se elevado nível de colaboração interprofissional, com maiores médias nos domínios Parceria (M = 4,42; DP = 0,47) e Cooperação (M = 4,38; DP = 1,04). O domínio Coordenação apresentou a menor média (M = 3,88; DP = 0,86), especialmente nos aspectos relacionados à liderança compartilhada e à participação do paciente. A escala apresentou excelente consistência interna (α = 0,902), sem associações significativas com variáveis sociodemográficas. Considerações finais: Os docentes demonstraram percepção positiva da prática interprofissional colaborativa, sobretudo nos domínios Parceria e Cooperação. As fragilidades observadas no domínio Coordenação indicam a necessidade de aprimoramento da liderança compartilhada e da tomada de decisão conjunta, reforçando a importância de estratégias institucionais e pedagógicas para o fortalecimento da prática interprofissional no SUS. Palavras-chave: Educação Interprofissional, Aprendizagem Colaborativa, Equipe de Saúde; Educação em Saúde; Relação Interprofissional; Pessoal da Saúde.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.subjectEducação interprofissionalpt_BR
dc.subjectAprendizagem colaborativapt_BR
dc.subjectEquipe de saúdept_BR
dc.subjectEducação em saúdept_BR
dc.titlePrática interprofissional colaborativa em um centro de atenção a aprendizagem interprofissional em saúde: percepção dos docentespt_BR
dc.typeOtherpt_BR
dc.contributor.programPrograma de Pós-Graduação Stricto Sensu Mestrado Profissional em Educação para o Ensino na Área de Saúdept_BR
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