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dc.contributor.authorFREITAS, Silvana Maria Maia Vieira-
dc.contributor.authorBARBOSA, Leopoldo Nelson Fernandes-
dc.date.accessioned2026-01-26T12:36:15Z-
dc.date.available2026-01-26T12:36:15Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttp://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/1279-
dc.descriptionDissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu da Faculdade Pernambucana de Saúde – FPS, como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Psicologia da Saúde.pt_BR
dc.description.abstractRESUMO Introdução: A Terapia Comportamental Dialética (DBT), desenvolvida por Marsha Linehan na década de 80, é uma das principais abordagens psicoterápicas, caracterizada como a 3ª Onda em Terapia Cognitiva. Essa abordagem prioriza o relacionamento terapeuta-paciente e utiliza a dialética para validar e aceitá-lo em sua totalidade. Seu foco central é promover regulação emocional e desenvolver habilidades, especialmente em casos onde a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) apresenta limitações, como quadros de elevado estresse emocional. Durante a pandemia da COVID-19, a DBT mostrou-se particularmente relevante ao possibilitar atendimentos remotos, ampliando o acesso de diferentes grupos sociais e oferecendo suporte para regulação emocional, validação das experiências e substituição de comportamentos disfuncionais. Objetivos: Descrever o perfil sociodemográfico e profissional dos participantes: sexo, idade, escolaridade, ocupação, tempo de profissão, especialização, formação, experiência com DBT, além de seu público atendido e vivência prévia em modalidade remota; Identificar ações, potencialidades e desafios enfrentados por psicólogos e psiquiatras na prática on-line da DBT; analisar indicadores de adaptação de profissionais e pacientes ao formato remoto, considerando o impacto na relação terapêutica; e por fim, desenvolver dois produtos decorrentes da pesquisa: um artigo para a Revista Eletrônica Acervo Saúde e um e-book intitulado “Mindfulness e Regulação Emocional em DBT’, destinado a profissionais da saúde. Método: Trata-se de estudo descritivo, de corte transversal, realizado por meio de questionário remoto no período de novembro de 2021 a janeiro de 2022, abrangendo profissionais de diferentes regiões do Brasil (Rio Grande do Sul, Alagoas, Ceará, Amazonas, São Paulo, Rondônia e Paraná). Participaram psicólogos e psiquiatras que já realizavam, ou passaram a realizar, atendimentos on-line utilizando DBT com pacientes em desregulação emocional. O instrumento contemplou dois eixos: (i) dados pessoais e sociodemográficos — nome, vínculo ao Conselho Regional, sexo, idade, escolaridade, ocupação, tempo de profissão, especialização, formação e público atendido (crianças, adolescentes, adultos e/ou idosos); e (ii) avaliação da prática clínica remota, incluindo potencialidades e dificuldades enfrentadas, uso de ferramentas tecnológicas, adaptação de terapeutas e pacientes ao formato on-line, estratégias para estabelecimento da aliança terapêutica, utilização da DBT padrão, manejo de comportamentos autolesivos e/ou suicidas, avaliação de redução de sintomas, critérios de alta, proteção da confidencialidade e supervisão. O estudo seguiu a Resolução nº 510/2016 do Conselho Nacional de Saúde (CNS), e sua execução iniciou-se somente após parecer favorável do Comitê de Ética em Pesquisa envolvendo seres humanos da Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS). A análise empregou estatística descritiva (frequência, média, desvio-padrão e porcentagem) para caracterizar o perfil da amostra e investigar a atuação dos profissionais que atenderam on-line durante a pandemia de COVID-19. Resultados: Os 16 profissionais relataram desafios iniciais na adaptação da DBT ao formato remoto, principalmente dificuldades tecnológicas e instabilidade de conexão. Apesar disso, a maioria descreveu boa adaptação, considerando a prática produtiva e eficaz. Entre as potencialidades identificadas, destacaram-se a ampliação do alcance dos atendimentos, a redução do tempo de deslocamento e a diminuição da ansiedade associada ao ambiente presencial. Ressaltou-se ainda a necessidade de estratégias específicas para garantir privacidade e confidencialidade, bem como a utilização de habilidades da DBT adaptadas ao contexto virtual. Conclusão: Os achados indicam que a DBT mostrou-se uma abordagem promissora no tratamento de pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) durante a pandemia da COVID-19, através do atendimento remoto realizados por psicólogos e psiquiatras. Observou-se o desenvolvimento de habilidades, gerando maior resolutividade nos problemas dos pacientes com desregulação emocional levando a efetividade em suas relações interpessoais, tolerância ao mal-estar, ou seja, aprender a autorregulação, a fim de que se tornem pessoas mais saudáveis e aprendam a lidar com situações excepcionais, e suas consequências, como a vivida no cenário mundial. Apesar do tamanho reduzido da amostra, os resultados foram relevantes e oferecem subsídios para pesquisas futuras e para o aprimoramento das intervenções em saúde mental. Palavras-chave: Terapia Comportamental Dialética; Terapia Cognitivo-Comportamental; regulação emocional; comportamento disfuncional; habilidades comportamentais.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.subjectTerapia comportamental dialéticapt_BR
dc.subjectTerapia cognitivo-comportamentalpt_BR
dc.subjectComportamento disfuncionalpt_BR
dc.subjectHabilidades comportamentaispt_BR
dc.titleEstratégias utilizadas pelos profissionais na prática remota da terapia comportamental dialética (DBT) para pacientes com desregulação emocionalpt_BR
dc.typeOtherpt_BR
dc.contributor.programPrograma de Pós-Graduação Stricto Sensu Mestrado Profissional em Psicologia da Saúdept_BR
Aparece nas coleções:TCC (Dissertações)

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