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    <dc:date>2026-05-01T13:24:04Z</dc:date>
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    <title>Perspectivas de cuidadores familiares sobre o atendimento de equipes multiprofissionais a crianças com Transtorno do Espectro Autista</title>
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    <description>Title: Perspectivas de cuidadores familiares sobre o atendimento de equipes multiprofissionais a crianças com Transtorno do Espectro Autista
Authors: FREIRE, Ana Camila Diniz; SILVA, Thálita Cavalcanti Menezes da
Abstract: RESUMO&#xD;
Cenário:&#xD;
Os cuidadores familiares de crianças com autismo enfrentam desafios ao lidar com&#xD;
as equipes Multiprofissionais, como a falta de comunicação eficaz, a dificuldade de acesso aos&#xD;
serviços especializados, assim como com a sobrecarga emocional e física. Entende r as&#xD;
perspectivas de cuidadores familiares de crianças com autismo sobre o atendimento pode&#xD;
auxiliar no aprimoramento das práticas de cuidados prestados. Objetivo: Compreender as&#xD;
perspectivas de cuidadores familiares em relação ao cuidado prestado pelos profissionais de&#xD;
saúde nas equipes multiprofissionais no atendimento de crianças com autismo Método: Trata&#xD;
se de um estudo qualitativo descritivo. Os participantes do estudo foram 12 cuidadores&#xD;
familiares de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA Foi utilizado um&#xD;
questionário sociodemográfico para caracterização dos participantes do estudo. Além disso, foi&#xD;
realizada entrevista semiestruturada, as quais foram conduzidas individualmente, em dia,&#xD;
horário e local de conveniência dos participantes. A pós a coleta de dados foi realizado a Análise&#xD;
Temática de Conteúdo de Minayo. Aspectos Éticos: O estudo seguiu todos os preceitos éticos&#xD;
indicados pelo Comitê de Ética em Pesquisa com seres humanos da Faculdade Pernambucana&#xD;
de Saúde FPS e seguiu a resolução nº 510/16 do Conselho Nacional de Saúde ( tendo a&#xD;
coleta ocorrido após a liberação do número do CAAE:83137624.3.0000.5569. Os participantes&#xD;
assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido ( Resultados: A partir dos&#xD;
nossos resultados identificamos três temas centrais: a equipe e os cuidados à criança com TEA;&#xD;
a comunicação entre a equipe de saúde e o cuidador familiar; e a participação do cuidador&#xD;
familiar no tratamento da criança com TEA. Esses achados evidenciam que o cuidado da&#xD;
crian ça com TEA exige uma abordagem integrada e humanizada, na qual a atuação de uma&#xD;
equipe multiprofissional bem articulada garante um atendimento integral e individualizado,&#xD;
potencializando o desenvolvimento infantil. Do mesmo modo, a comunicação clara, contí nua e&#xD;
empática entre profissionais e cuidadores mostrou se fundamental para fortalecer vínculos,&#xD;
promover a continuidade terapêutica e ampliar a segurança no cuidado. Por fim, ficou evidente&#xD;
que a participação ativa da família no processo ultrapassa o espaço terapêutico, tornando se&#xD;
parte essencial da rotina cotidiana e favorecendo avanços significativos no desenvolvimento da&#xD;
criança. Conclusão: Podemos concluir que compreender as perspectivas dos cuidadores&#xD;
familiares de crianças com TEA permite identifica r lacunas no atendimento e fortalece a&#xD;
importância de práticas mais integradas e humanizadas nas equipes multiprofissionais. A partir&#xD;
desta pesquisa reforça a relevância de repensar estratégias de formação e de atuação das equipes&#xD;
de saúde, de modo a ampliar a sensibilidade para com as demandas familiares e promover&#xD;
práticas mais consistentes. Como perspectiva futura, destaca se a necessidade de aprofundar&#xD;
pesquisas que investiguem não apenas as experiências dos cuidadores, mas também o impacto&#xD;
de diferentes modelos de intervenção no desenvolvimento infantil e na qualidade de vida das&#xD;
famílias. Tais avanços poderão contribuir para a construção de políticas públicas mais&#xD;
inclusivas e para o fortalecimento de práticas assistenciais que garantam maior equidade e&#xD;
efetividade no cuidado às crianças com TEA.&#xD;
Palavras-chave: Cuidadores; Transtorno do Espectro Autista; Terapias assistidas
Description: Dissertação apresentada como requisito para a titulação de Mestra do Mestrado Profissional em Psicologia da Saúde da Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS).</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/1313">
    <title>Manual de implementação para oficinas de prevenção em saúde sexual para o público adolescente</title>
    <link>http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/1313</link>
    <description>Title: Manual de implementação para oficinas de prevenção em saúde sexual para o público adolescente
Authors: BEZERRA, Debora Henrique; MELO, Mônica Cristina Batista de
Abstract: Este manual é um produto, estruturado a partir de uma pesquisa de Mestrado profissional em Psicologia da Saúde da Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS) realizada entre os meses de julho e agosto do ano de 2025. Visa apresentar uma proposta de cinco oficinas sobre saúde sexual voltadas ao público adolescente, entre 14 e 18 anos, de escolas públicas do município de Olinda, para ampliar o conhecimento sobre as Infecções Sexualmente&#xD;
Transmissíveis (IST)1 e a adesão aos métodos&#xD;
preventivos. Tais oficinas serão realizadas nos espaços físicos das próprias escolas.&#xD;
A decisão pela elaboração de oficinas deu-se a partir da demanda dos participantes do estudo, expressa por meio do seguinte resultado:&#xD;
82,9% dos adolescentes pesquisados indicaram que palestras são boas opções para aprender sobre a temática das IST. Em segundo lugar, 78,6% dos adolescentes indicaram que profissionais de saúde nas escolas são boas opções para aprender sobre a temática. Em terceiro lugar, 75,6% dos adolescentes sinalizaram a escola como um bom lugar para aprender sobre o tema.
Description: Produto técnico resultado da dissertação para conclusão do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu Mestrado Profissional em Psicologia da Saúde</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/1307">
    <title>Conhecimento dos adolescentes de escolas públicas sobre as infecções sexualmente transmissíveis</title>
    <link>http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/1307</link>
    <description>Title: Conhecimento dos adolescentes de escolas públicas sobre as infecções sexualmente transmissíveis
Authors: BEZERRA, Debora Henrique; MELO, Mônica Cristina Batista de
Abstract: RESUMO Introdução: A adolescência é um período do desenvolvimento marcado por alterações biopsicossociais que afetam as dimensões do corpo físico, mas também ocasiona alterações afetivas, cognitivas e de relacionamentos, incluindo o surgimento dos papéis sexuais e reprodutivos. Tais comportamentos contribuem para o incremento no número de adolescentes gestantes e com infecções sexualmente transmissíveis. No Brasil, metade dessas infecções ocorrem em adolescentes e jovens adultos na faixa etária entre 15 e 24 anos, principalmente nas regiões mais vulneráveis. Objetivo: descrever o perfil clínico e sociodemográfico e analisar o conhecimento dos adolescentes sobre as infecções sexualmente transmissíveis. Método: O presente estudo é do tipo observacional de corte transversal. A pesquisa foi realizada no município de Olinda, em escolas públicas, escolhidas por conveniência, com adolescentes entre 12 e 18 anos, nos meses de agosto e dezembro de 2025. Foi realizado cálculo amostral a partir dos dados do Censo Escolar do QEdu referente ao ano de 2024. Considerando o universo de 11.991 alunos matriculados na rede pública de Olinda, o cálculo amostral para um nível de confiança de 95% e margem de erro de 5% indicou a necessidade de 373 participantes. Foi utilizado um questionário estruturado com perguntas sobre aspectos sociodemográficos e clínicos. As respostas foram digitadas em planilhas do Excel® 2013, sendo analisadas a partir de estatística descritiva. Isso permitiu calcular as frequências (números e porcentagens) e cruzar informações importantes, como a idade da primeira relação sexual e o uso de substâncias como álcool e drogas. Resultados: Participaram do estudo 84 adolescentes de quatro escolas públicas com maior predominância de estudantes do 8º e do 9º ano do Ensino Fundamental e 2º e 3º anos do Ensino Médio. Em relação à religião, 32,1% dos adolescentes pesquisados referiram não possuir religião (n=27), 22,6% referiram ser cristãos (n=19), 15,5% referiram ser cristãos evangélicos (n=13), 9,5% responderam que são católicos (n=8), 6% são de matrizes africanas (n=5), 1,2% se definiu como espírita (n=), 1,2% se considera agnóstico (n=1), 1,2% se considera como testemunha de jeová (n=1), 1,2% se considera ateu (n=1) e 9,5% não responderam a pergunta (n=8). Em relação às pessoas com quem moram, houve predominância de adolescentes que moram com o pai e com a mãe em 31% dos casos (n=26), apenas com a mãe em 21,4% dos casos (n=18) e, apenas com o pai em 2,4% dos casos (n=2). Em relação à renda, 17,8% dos adolescentes (n=15) referiu que a família vive com até um salário-mínimo, 11,9% referiram que a família vive com até dois salários-mínimos (n=10), 1,2% com até três salários-mínimos (n=1), 2,4% até quatro salários-mínimos (n=2), 1,2% mais que cinco salários-mínimos (n=1) e 65,5% não responderam ao item (n=55). Em relação às bolsas que recebem,&#xD;
52,38% (n=44) referiu receber auxílio sendo o pé-de-meia citado em 34.1% dos casos e o bolsa família em 24.4% dos casos, podendo, nesse caso, haver acúmulo de bolsas. Em relação ao conhecimento sobre as IST, houve predominância de baixo conhecimento sobre o tema e formas de prevenção, principalmente entre os adolescentes com vida sexual ativa, e que consomem álcool e outras drogas. Já em relação aos meios citados para conhecer mais sobre as IST, em 82.9% dos casos os adolescentes acreditam que palestras são boas opções (n=68), 78.6% que profissionais de saúde nas escolas são boas formas de aprendizagem (n=66), em 77.4% que campanhas na TV são boas estratégias (n=65) e, em 75.6% que a escola é um bom lugar para aprender sobre estes assuntos (n=62). Além disso, 58.3% dos adolescentes pesquisados não acreditam que conversar com amigos seja uma boa opção para aprender sobre IST (n=49). Conclusão: O estudo adotou uma abordagem quantitativa e transversal. Durante a coleta de dados, observou-se uma baixa adesão por parte dos adolescentes, fator atribuído à natureza sensível da temática, que envolve aspectos da vida privada e sexualidade. A análise dos resultados revelou uma elevada frequência de baixo conhecimento dos participantes sobre as Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), o que reforça a urgência de políticas públicas voltadas à promoção da saúde e prevenção nesse grupo. Esse déficit de informação, especialmente entre os jovens com vida sexual ativa, amplia a vulnerabilidade à aquisição dessas infecções. Diante desse cenário, elaborou-se um manual educativo que propõe ciclos de palestras em escolas públicas, voltadas aos adolescentes, visando expandir o conhecimento, incentivar o autocuidado e promover mudanças de comportamento para fortalecer a prevenção.&#xD;
Descritores: adolescentes; infecções sexualmente transmissíveis; intervenção educacional.
Description: Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu da Faculdade Pernambucana de Saúde– FPS, como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Psicologia da Saúde.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/1304">
    <title>Arquitetura da colaboração: estratégias para lideranças na promoção da interprofissionalidade no SUS</title>
    <link>http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/1304</link>
    <description>Title: Arquitetura da colaboração: estratégias para lideranças na promoção da interprofissionalidade no SUS
Authors: ALMEIDA, Luiza Piereck Bradley de; SILVA, Eduardo Falcão Felisberto da; NOVAES, Nathaly Maria Ferreira
Abstract: O trabalho em saúde em ambientes hospitalares é marcado por uma complexidade crescente, que exige respostas rápidas e integradas. No entanto, a prática cotidiana muitas vezes revela o "Paradoxo da Interprofissionalidade": embora os profissionais compreendam a importância de trabalhar em equipe, barreiras estruturais, hierarquias históricas e a pressão por produtividade acabam fragmentando o cuidado.&#xD;
Esta cartilha é resultado de uma pesquisa qualitativa realizada em enfermarias hospitalares do SUS e traduz os desafios reais identificados pelos próprios profissionais em orientações concretas de gestão. Ela não reproduz ideais teóricos distantes — ela nasce da escuta de quem vive o cotidiano do cuidado.&#xD;
Seu diferencial está exatamente nisso: sistematizar práticas interprofissionais para lideranças do SUS com base em evidências científicas e na realidade dos serviços, oferecendo orientações que podem ser aplicadas sem depender de recursos complexos ou condições ideais.</description>
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