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    <title>DSpace Community: Produção bibliográfica, técnica, artística e cultural o Programa de Pós Graduação Stricto Sensu da Faculdade Pernambucana de Saúde</title>
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    <description>Produção bibliográfica, técnica, artística e cultural o Programa de Pós Graduação Stricto Sensu da Faculdade Pernambucana de Saúde</description>
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    <dc:date>2026-08-26T10:46:51Z</dc:date>
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    <title>Cartilha interativa: cuidando de quem cuida. Suporte emocional para estagiários de psicologia diante da morte de pacientes</title>
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    <description>Title: Cartilha interativa: cuidando de quem cuida. Suporte emocional para estagiários de psicologia diante da morte de pacientes
Authors: GOIS, Amanda Cardoso de; COSTA, Juliana Monteiro; PEDROSA, Ana Paula Amaral
Abstract: Esta cartilha interativa é um produto técnico&#xD;
resultado da dissertação de mestrado&#xD;
intitulada “SOBRE A MORTE E O MORRER:&#xD;
PERCEPÇÕES E IMPACTOS DA MORTE EM ESTAGIÁRIOS&#xD;
DE PSICOLOGIA”, apresentada ao programa de&#xD;
Pós Graduação Stricto Sensu da Faculdade&#xD;
Pernambucana de Saúde - FPS. A pesquisa foi&#xD;
realizada com estagiários de psicologia&#xD;
hospitalar, com o objetivo de compreender&#xD;
como eles percebem a morte do paciente e como&#xD;
são impactados por ela.&#xD;
Através dessa cartilha, os acadêmicos e&#xD;
estagiários podem encontrar valiadação,&#xD;
acolhimento, estratégias para elaboração de&#xD;
perdas e ambiente para psicoeducação.
Description: Produto técnico resultado da dissertação para conclusão do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu Mestrado Profissional em Psicologia da Saúde.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Sobre a morte e o morrer: percepções e impactos da morte em estagiários de psicologia</title>
    <link>http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/1361</link>
    <description>Title: Sobre a morte e o morrer: percepções e impactos da morte em estagiários de psicologia
Authors: GOIS, Amanda Cardoso de; COSTA, Juliana Monteiro; PEDROSA, Ana Paula Amaral
Abstract: RESUMO&#xD;
Cenário: A morte, embora seja um fenômeno natural e inevitável, ainda é frequentemente tratada como um tabu na sociedade e também no contexto acadêmico e profissional da saúde. Durante a formação, estudantes e profissionais em início de carreira muitas vezes não recebem preparo suficiente para lidar emocionalmente com o processo de morte e morrer, especialmente no contexto hospitalar. Esse déficit na formação pode gerar impactos emocionais significativos, contribuindo para sofrimento psíquico, distanciamento emocional e possíveis dificuldades na relação de cuidado com pacientes e familiares. Nesse contexto, torna-se necessário refletir sobre como os estudantes de psicologia vivenciam essas experiências durante a prática de estágio. Objetivo: Compreender a experiência vivida por estudantes do quarto ano do curso de Psicologia em estágio hospitalar diante do processo de morte de pacientes, bem como, seus ajustamentos e as estratégias de autorregulação utilizadas frente a essas experiências.&#xD;
Método: Trata-se de uma pesquisa qualitativa ancorada nos pressupostos da Gestalt-terapia. A população foi composta por estudantes do quarto ano do curso de Psicologia que atuam como estagiários em um hospital escola de referência da cidade de Recife-PE. O período do estudo aconteceu entre os meses de abril de 2024 a maio de 2026. Como instrumento foi utilizado um questionário com dados sociodemográficos para traçar o perfil dos participantes, além da realização de entrevistas semiestruturadas, conduzidas individualmente, com horário previamente acordado com cada participante e com a coordenação do setor de psicologia, a fim de que não houvesse interferência na dinâmica do estágio. O número de participantes obedeceu ao critério de saturação de conteúdo, quando as informações passam a se tornar redundantes e os dados foram analisados a partir de Técnica de Análise de Conteúdo Temática, proposta por Minayo. As entrevistas foram gravadas em áudio, transcritas na íntegra e analisadas, respeitando a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A pesquisa seguiu as diretrizes da Resolução nº 510/2016 do Conselho Nacional de Saúde e foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos do Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira através do Parecer nº 7.632.193. Todos os participantes assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), garantindo o sigilo e a confidencialidade das informações. Resultados: Os resultados desta dissertação serão apresentados em dois formatos. O primeiro trata-se de um artigo científico que abordará o contato dos estagiários de Psicologia com a morte a partir da perspectiva da Gestalt-terapia. O segundo produto&#xD;
8&#xD;
refere-se a um guia que foi elaborado a partir dos dados colhidos na pesquisa e tem o objetivo de informar e validar emoções e sentimentos vivenciados, fazendo uso de algumas técnicas de autoregulação e informando sobre formas e o momento de procurar suporte de um profissional. Participaram da pesquisa dez estudantes do quarto ano de psicologia que estão realizando estágio no setor hospitalar, sendo eles: quatro do sétimo período (E1) e seis do oitavo período (E2). Do total de participantes, nove são do sexo feminino. A idade variou entre 20 e 31 anos, com média de idade aproximada de 24 anos. Em relação a se declarar espiritualizado, oito participantes se declaram como serem espiritualizados e apenas dois, se denominaram como não espiritualizados. No quesito religião, três participantes disseram não ter religião, dois como evangélico e apenas um participante se denominou como católico, outro como budista, outro como agnóstico, outro como espírita e outro como protestante. A compreensão, fundamentada nos conceitos de campo e fronteira de contato, permitiu identificar categorias temáticas relacionadas à percepção dos estudantes sobre a morte, às dificuldades emocionais e aos ajustamentos criativos desenvolvidos no processo. Observou-se que a formação acadêmica e o suporte institucional influenciam diretamente a forma como os estudantes elaboram o contato com a finitude. A ausência de espaços de reflexão pode levar a interrupções no ciclo de contato e ao distanciamento emocional, impactando a humanização do cuidado. Conclusão: Os dados revelam a urgência de ampliar as discussões sobre a finitude na graduação de Psicologia, integrando práticas que favoreçam a awareness e a saúde emocional do futuro psicólogo. Conclui-se que o fortalecimento dos processos de autorregulação é essencial para uma formação ética e sensível, preparada para o suporte a pacientes e familiares no contexto hospitalar. Ademais, sugere-se o desenvolvimentos de novas pesquisas que abordem o contato com a finitude e a morte não somente em estagiários de psicologia, mas de outras áreas de saúde que lidam com esta realidade no seu processo de formação.&#xD;
PALAVRAS-CHAVE: Morte. Habilidades de Enfrentamento. Atitude frente à Morte. Psicologia da Saúde. Terapia Gestalt.
Description: Dissertação apresentada em cumprimento às exigências para obtenção do grau de Mestre em Psicologia da Saúde da Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS).</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Guia de prevenção primária às violências sexuais na infância: replicável para o sistema de garantia de direitos da criança</title>
    <link>http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/1360</link>
    <description>Title: Guia de prevenção primária às violências sexuais na infância: replicável para o sistema de garantia de direitos da criança
Authors: SOUZA, Paulo Valfredo Mesquita de; LEITE, Isabelle Diniz Cerqueira
Abstract: Este guia é fruto de uma das etapas de um estudo sobre prevenção primária às violências sexuais na infância1,2, realizada entre os anos de 2023 e 2025, através da linha de pesquisa em Avaliação Psicológica e Promoção de Ações em Saúde, do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Psicologia da Saúde da Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS). Para a confecção deste produto técnico, foi utilizado o método instrucional3, cujo objetivo é de instrumentalizar profissionais que atuam no Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do/a Adolescente (SGDCA)4, na prevenção primária do tema em questão.&#xD;
O método instrucional consiste em um conjunto sistematizado de ações e/ou estratégias pedagógicas planejadas para facilitar a aprendizagem, considerando o perfil do público atendido, os conteúdos que são abordados e os recursos disponibilizados. Tem por finalidade criar processos e/ou materiais didáticos viáveis, eficientes, agradáveis e eficazes, promovendo uma aprendizagem significativa e resiliente. Diante disso, a combinação de diferentes ações/atividades, quando bem articulada, potencializa os resultados educacionais ao alinhar intencionalmente objetivos, procedimentos e contextos para uma aprendizagem sustentável3.&#xD;
Sobre a abrangência do produto, além da replicabilidade entre instituições locais que compõem o SGDCA, também será possível que o guia seja adotado por outros territórios, como instituições que integram o SGDCA de outras cidades da Região Metropolitana do Recife ou, até mesmo, de outros territórios ou cenários do Estado de Pernambuco.&#xD;
A proposta tem impacto social ao justificar, por exemplo, a urgência desse tema, tendo em vista o que os últimos mapeamentos diagnósticos do Recife e do Estado de Pernambuco5,6,7 têm trazido em suas estatísticas, cujos dados revelam que a ausência de prevenção primária para as ações voltadas ao enfrentamento das violências sexuais na infância são praticamente inexistentes em vários contextos do SGDCA.&#xD;
Em termos de demanda, ainda segundo os relatórios de mapeamento diagnóstico do município do Recife e do Estado de Pernambuco já citados, há a intenção de que este produto possa ser absorvido pela sociedade através de suas necessidades, principalmente nos territórios que são favoráveis à sua sustentabilidade.&#xD;
Dessa maneira, este plano valoriza a participação ativa da criança na construção de sua própria proteção, sem sobrecarregá-la com informações que não possa decodificar. Os materiais audiovisuais, disponibilizados gratuitamente na internet, servem como disparadores afetivos e político-pedagógicos, facilitando a identificação com o tema sem expor diretamente vivências traumáticas que a infância atendida possa ter sofrido.&#xD;
Para as situações hipotéticas de violências sofridas por crianças destinatárias deste guia de práticas preventivas, é fundamental que o/a adulto/a facilitador/a esteja preparado/a para acolher relatos espontâneos, seguir os protocolos do SGDCA em caso de suspeita ou revelação de violência sexual, e assegurar que sempre haja a indicação efetiva de que a criança não é culpada por nenhuma situação de violência que possa estar sofrendo.&#xD;
A complexidade do produto técnico também se dá por conseguir envolver profissionais de diferentes áreas do saber que compõem o SGDCA, tais como a psicologia, a educação, o serviço social e o direito. Por isso, o produto poderá ser aplicado de maneira multi ou interdisciplinar, nos diversos contextos do SGDCA. Ainda assim, devido às suas especificidades, recomenda-se que a/o profissional que for utilizá-lo já tenha familiaridade com as temáticas do guia.&#xD;
A respeito da replicabilidade do guia, o intuito é utilizar poucos recursos financeiros, apostando em materiais de domínio público, como vídeos de curta-metragem e videoclipes, que são facilmente encontrados na internet, por meio de canais virtuais especializados no tema em evidência, além de técnicas grupais acessíveis, para que possam ser aplicadas por profissionais do SGDCA, sendo passíveis de reprodução e/ou adaptação em diferentes contextos socioeconômicos.&#xD;
Essa proposta é inovadora, tendo em vista que atualmente não existem produtos sistematizados de maneira acessível e gratuita no Recife, que estejam voltados para a prevenção primária às violências sexuais na infância. Por isso, sua criação fomenta e facilita a aplicabilidade por parte de profissionais do SGDCA no enfrentamento a essa problemática.&#xD;
Por fim, esse produto técnico foi validado por meio da realização de um Grupo Focal8, composto por especialistas com experiência na temática em questão, que atuam ou já atuaram em um Serviço de Saúde Especializado no Atendimento a Crianças e Adolescentes que sofreram Violência - SSECAV, na cidade do Recife-PE, além de profissionais membros da Rede de Enfrentamento às Violências Sexuais na Infância e Adolescência de Pernambuco.&#xD;
O Grupo Focal teve o intuito de discutir questões acerca do tema em foco com profissionais que compõem o SGDCA, cujo processo de validação do guia passou por três etapas, que foram: (i) os relatos das formações e experiências profissionais das participantes; (ii) a compreensão delas sobre o tema da prevenção primária às violências sexuais na infância, e, por fim; (iii) a validação da proposta do guia como produto técnico, para fins de socialização com o SGDCA, no enfrentamento dessa problemática.&#xD;
Ao final do guia, existe uma lista de referências, com materiais de apoio, suporte e de aprofundamento temático, a exemplo de: conceitos e nomenclaturas; diretrizes, resoluções e leis nacionais; relatórios, estatísticas, boletins epidemiológicos e outras bases de dados; métodos para identificação dos tipos e sinais de violências sexuais; cartilhas e guias para profissionais que atendem às infâncias; e listas de contatos de instituições do SGDCA locais que atendem casos de violências sexuais.
Description: Produto técnico resultado da dissertação para conclusão do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu Mestrado Profissional em Psicologia da Saúde.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ações de prevenção primária no enfrentamento às violências sexuais contra a infância em um centro especializado no Recife-PE</title>
    <link>http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/1359</link>
    <description>Title: Ações de prevenção primária no enfrentamento às violências sexuais contra a infância em um centro especializado no Recife-PE
Authors: SOUZA, Paulo Valfredo Mesquita de; LEITE, Isabelle Diniz Cerqueira
Abstract: RESUMO&#xD;
Cenário: A infância é histórica e culturalmente construída. Da visão medieval até a concepção atual reconhece-se que ela se expressa de forma diversa conforme classe social, etnia, gênero e sexualidade. Entre essas diferenças, destacam-se infâncias vulneráveis, nas quais se ampliam os riscos de violência sexual. No ano de 2023, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2024), foram registradas 54.297 notificações de estupro contra crianças e adolescentes até os 13 anos. Já no Estado de Pernambuco, entre os anos de 2019 e 2022, de acordo com a Série Histórica do Registro Mensal de Atendimentos (RMA) do Centro de Referência Especializado da Assistência Social (CREAS), foram registrados 4.811 casos de violência sexual contra crianças e adolescentes. E, de acordo com o Boletim Epidemiológico da Secretaria de Saúde do Recife, entre 2019 e 2023, foram contabilizados 1.472 casos de violências sexuais entre crianças e adolescentes. Diante desse contexto, a existência de um serviço especializado na prevenção às violências sexuais se justifica pela persistência deste fenômeno como grave problema de saúde pública. Objetivo: Analisar ações de prevenção primária de um serviço especializado em saúde no enfrentamento às violências sexuais contra a infância na cidade do Recife-PE. Método: A proposta dessa investigação foi a de um estudo combinado qualitativo, de cunho exploratório-descritivo, cuja coleta e a análise de dados foram realizadas em duas etapas: a primeira, documental, a partir dos diários de bordo de atividades preventivas realizadas com crianças, por esse serviço especializado, em parceria com escolas públicas e uma organização da sociedade civil; já a segunda etapa ocorreu por meio da realização de um grupo focal, cujo público de estudo foi constituído por profissionais que atuam com ações de prevenção primária no enfrentamento às violências sexuais contra crianças. Aspectos Éticos: O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética por meio do CAAE de numeração 82975924.7.0000.5569. Para a análise documental, os critérios de inclusão foram o recorte temporal e as atividades de prevenção primária e, no grupo focal, a formação e atuação profissional das participantes; Já os critérios de exclusão foram os registros de ações com temáticas não relacionadas diretamente à pesquisa, na análise documental, e os/as profissionais que atenderam a adolescentes e/ou familiares, ou que não puderam comparecer ao grupo focal. Resultados e Discussão: A fase documental consistiu na análise de 18 diários de bordo de oficinas de prevenção primária à violência sexual na infância. As atividades ocorreram entre 2018 e 2023, promovidas por um serviço especializado, e envolveram 45 crianças de 6 a 11 anos. As oficinas, com duração de 2 a 3 horas, cada, abordaram temas como acolhimento, direitos e deveres, família, afetividade, agressividade e prevenção às violências sexuais, utilizando-se de recursos lúdicos e rodas de conversa. As metodologias priorizaram a escuta e a criação de vínculos, favorecendo o fortalecimento emocional e relacional das crianças antes da exposição direta aos temas da violência sexual. A análise demonstrou que o trabalho com temáticas sensíveis exige construção coletiva de sentidos e legitimação da voz infantil. As atividades possibilitaram que as crianças reconhecessem o corpo como território de cuidado, expressassem vivências e identificassem redes de proteção. Na fase do Grupo Focal, em 2025, facilitado por uma moderadora e com duas assistentes que ficaram responsáveis pelo diário de bordo, realizou-se um encontro de 2 horas, com 8 membros do sexo feminino, entre 26 e 67 anos, dentre psicólogas e assistentes sociais, atuantes na prevenção primária e/ou na Rede de Enfrentamento à Violência Sexual de Pernambuco. Após o preenchimento do TCLE e do questionário sociodemográfico, as participantes discutiram sobre suas formações e experiências profissionais, além de validarem um guia de prevenção elaborado com base na análise documental. O encontro possibilitou identificar padrões, visões diversas e temas emergentes, contribuindo para o aprimoramento de estratégias de prevenção. As contribuições reafirmam a importância de romper silêncios e tabus, fortalecendo o protagonismo infantil na defesa de seus direitos e na prevenção das&#xD;
violências sexuais. Conclusão: As narrativas das ações de prevenção primária manifestaram-se como estratégias de promoção, proteção e cuidado na infância, criando espaços de escuta e elaboração coletiva em que as crianças, ao participarem ativamente do processo, demonstraram capacidade de reflexão e reivindicação de direitos. Essas interações fomentaram a autoestima, a confiança e o pertencimento entre elas, funcionando como práticas educativas, terapêuticas e políticas, que contribuem para o enfrentamento das violências sexuais e a promoção de uma cultura de direitos e da proteção integral infantil.&#xD;
Palavras-chave: Infância; Prevenção Primária; Abuso Sexual; Violências Sexuais.
Description: Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu do Mestrado Profissional em Psicologia da Saúde da Faculdade Pernambucana de Saúde como parte dos requisitos para a obtenção do grau de Mestre</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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