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    <dc:date>2026-04-10T16:54:26Z</dc:date>
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    <title>Perfusão hipertérmica no tratamento da Carcinomatose Peritoneal: relato de caso</title>
    <link>http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/770</link>
    <description>Title: Perfusão hipertérmica no tratamento da Carcinomatose Peritoneal: relato de caso
Authors: CARVALHO, Martinha Millianny Barros de; FIGUEIRA, Fernando Augusto Marinho dos Santos; CHALEGRE, Sintya Tertuliano
Abstract: RESUMO&#xD;
INTRODUÇÃO: No Brasil, foram estimados 5.680 casos novos de câncer do ovário no ano de 2014, com um risco calculado de 5,58 casos a cada 100 mil mulheres. Geralmente, os diagnósticos são feitos de forma ocasional ou quando o tumor provoca sintomas que indicam uma doença mais avançada, onde a citorredução e quimioterapia são parcialmente efetivas. Entretanto, quando diagnosticado precocemente, a sobrevida em cinco anos é superior a 90% e a cirurgia geralmente é o único tratamento necessário. OBJETIVO E MÉTODOS: Relatar a experiência do perfusionista em relação ao tratamento de um caso de câncer de ovário, através de citorredução associada à quimioterapia hipertérmica, com uso de um novo aparelho de circulação extracorpórea - PERFORMER HT, realizado em junho de 2015, no Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira – IMIP. RELATO DE CASO: AAS, 42 anos, do sexo feminino, cor branca, peso de 65 kg, altura de 1,56m, natural de Caruaru (PE) e procedente de Igarassu (PE). Referiu dor e nódulo abdominal em março de 2014, e em janeiro de 2015 apresentou uma ultrassonografia com ovário direito medindo 270cm3, ressonância magnética com formação volumosa, áreas císticas e sólidas em permeio; linfonodomegalia na cadeia ilíaca à esquerda. Passou por intervenção cirúrgica de ooferectomia e omentectomia parcial, devido à tumoração hipogástrica de crescimento progressivo. Recebeu diagnóstico após exame de microscopia de carcinoma mal diferenciado de tecido ovariano e carcinoma mal diferenciado metastático omental, sendo submetida a três sessões de quimioterapia, sob esquema de paclitaxel 50 mg e carboplatina 610 mg. Foi reavaliada e encaminhada a uma cirurgia citorredutora ovariana associada à perfusão intraperitoneal hipertérmica (HIPEC). A droga quimioterápica utilizada foi a cisplatina 170 mg, juntamente com 3 L de líquido dialítico. O cirurgião optou pela técnica fechada. ASA 1, CA 125 = 6550 U/ml, adenocarcinoma seroso (G3), FIGO III C, PCI = 9 e CC=0. Clavien Dindo = NDN. A cirurgia e HIPEC transcorreram sem intercorrências e a paciente evoluiu sem intercorrências no pós-operatório, recebendo alta com quimioterapia adjuvante em 41 dias. CONCLUSÃO: A partir do relato foi possível observar que o uso da HIPEC exige que o profissional perfusionista possua o devido conhecimento teórico dos princípios da quimioterapia hipertérmica, e domine as estratégias empregadas no manejo e controle de temperatura, pressão e fluxo dos fluidos para que se alcance a eficácia do tratamento, evitando indesejáveis repercussões pós operatórias metabólicas e sistêmicas. Além disso, notou-se que a máquina utilizada apresenta recursos avançados de tecnologia que permitem adequada e necessária monitorização dos parâmetros manipulados.
Description: Artigo apresentado à Faculdade Pernambucana de Saúde – FPS. Sob orientação do Prof. Fernando Augusto Marinho dos Santos Figueira e Coorientação de Sintya Tertuliano Chalegre. Para obtenção do título de Especialista em Perfusão e Assistência Circulatória Mecânica.</description>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/684">
    <title>Uso de técnicas de recuperação de sangue em cirurgia cardíaca: uma revisão bibliográfica</title>
    <link>http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/684</link>
    <description>Title: Uso de técnicas de recuperação de sangue em cirurgia cardíaca: uma revisão bibliográfica
Authors: CARNEIRO, Maria Alice Pereira Alcoforado; ARAÚJO JÚNIOR, Carlos Alberto de
Abstract: RESUMO&#xD;
Introdução: O presente estudo reflete o interesse em conhecer melhor os benefícios da utilização das técnicas de recuperação de sangue em cirurgia cardíaca, a fim de reduzir a utilização do sangue homólogo, diminuindo assim os riscos presentes durante a hemotransfusão. Existe, portanto, uma necessidade em ampliar este conhecimento para evitar a transfusão sanguínea, realizando um planejamento multidisciplinar.&#xD;
Objetivo: Reunir e descrever de maneira sistemática, prática e objetiva as estratégias clínicas e cirúrgicas para minimizar a quantidade exorbitante de transfusão de sangue alogênico e seus efeitos adversos, como o uso do salvamento de células vermelhas do sangue no intra-operatório e no pós- operatório, em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca.&#xD;
Metodologia: Foi realizada uma pesquisa bibliográfica em artigos no bireme, scielo, google cadêmico com busca ao descritor: autotransfusão, cirurgia cardíaca, hemotransfusão, e aos termos “Cardiac surgery”, “cell saver” e “Blood management”. Além de livros específicos para circulação extracorpórea e cirurgia cardíaca. Foram excluídos estudos com títulos não relacionados diretamente ao tema da pesquisa.&#xD;
Como resultado, espera-se prevenir anemia com uso de eritropoietina, suspender anticoagulantes e antiplaquetários, realizar técnicas cirúrgicas menos traumática com hipotermia e hipotensão moderada, hemostasia meticulosa, hemodiluição normovolêmica aguda, fazer uso de técnica de recuperação sanguínea intraoperatória, tolerância à anemia (oxigênio suplementar e normotermia), utilizar estratégias clínicas e cirúrgicas capazes de reduzir drasticamente o uso de sangue homológo.&#xD;
Conclusão: Conforme o exposto, é possível constatar a existência de estratégias clínicas e cirúrgicas para otimizar a quantidade de hematócrito e hemoglobinas no sangue do paciente, assim como, o seu estado de coagulação. É possível também, minimizar a perda sanguínea e melhorar tolerância à anemia. Estes recursos terapêuticos deveriam ser incorporados à prática médica mundial juntamente com a equipe multidisciplinar, buscando diminuir o consumo de sangue alogênico, reduzindo assim a morbimortalidade e despesas hospitalares, como, por exemplo, a necessidade de maior tempo de permanência.&#xD;
Palavras chaves: autotransfusão, cirurgia cardíaca, hemotransfusão, “Cardiac surgery”, “cell saver” e “Blood management”.
Description: Trabalho apresentado como requisito para obtenção do título de especialista do curso de pós-graduação em perfusão e assistência circulatória mecânica, da Faculdade Pernambucana de Saúde</description>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Utilização do corticoide como modulador da resposta inflamatória induzida pela circulação extracorpórea em cirurgia cardíaca: uma revisão de literatura</title>
    <link>http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/643</link>
    <description>Title: Utilização do corticoide como modulador da resposta inflamatória induzida pela circulação extracorpórea em cirurgia cardíaca: uma revisão de literatura
Authors: D'AZEVEDO, Stephanie Steremberg Pires
Abstract: RESUMO&#xD;
INTRODUÇÃO: Várias estratégias podem ser utilizadas para atenuação da resposta inflamatória do organismo induzida pela circulação extracorpórea (CEC) em cirurgia cardíaca, como estratégicas farmacológicas, técnicas cirúrgicas e de perfusão. O corticoide é visto como opção de tratamento profilático para redução da resposta inflamatória induzida pela CEC, pois são amplamente disponíveis, fáceis de administrar e de baixo custo. OBJETIVOS: Realizar uma revisão da literatura sobre o papel da utilização do corticoide no período perioperatório de cirurgia cardíaca como modulador da resposta inflamatória induzida pela CEC, identificar quais os esquemas posológicos utilizados atualmente e os desfechos clínicos encontrados devido a sua utilização. MÉTODOS: Trata-se de um estudo de revisão de literatura sobre a utilização do corticoide no período perioperatório de cirurgia cardíaca como modulador da resposta inflamatória induzida pela CEC. Foram utilizados apenas estudos do tipo ensaio clínico. A primeira etapa foi busca de referências nos bancos de dados das bases: PubMed/Medline, Clinical Key e SageJournals/Perfusion, utilizando os descritores selecionados, nos idiomas português e inglês de artigos publicados e indexados nas bases supracitadas no período de 2000 a 2015 e que estavam disponíveis em sua versão completa, com pacientes acima de dezoito anos, submetidos a cirurgia cardíaca eletiva com CEC. RESULTADOS: Os corticoides utilizados nos estudos incluídos neste trabalho foram a metilprednisolona (n=14), dexametasona (n=11) e hidrocortisona (n=4). Os esquemas posológicos foram os mais variados, com doses altas, médias e baixas, via de administração endovenosa (100% dos estudos) e condução terapêutica em doses única, variável e/ou infusão contínua. O momento da administração do fármaco também foi bem flexionável, variando desde seis horas antes da cirurgia, antes, durante e/ou após a indução anestésica, antes da CEC, durante o bypass, após a cirurgia, vinte e quatro horas e até três dias após a primeira dose do corticoide. CONSIDERAÇÕES FINAIS: O presente estudo não chegou a uma conclusão sobre o esquema posológico ideal, pois diversos são os protocolos utilizados com resultados positivos, mas foi observado que o corticoide age como modulador da resposta inflamatória, reduzindo em algum grau a inflamação e a resposta do organismo ao estresse e diminuindo, na maioria das vezes, desfechos clínicos desfavoráveis no pós-operatório de cirurgia cardíaca com circulação extracorpórea.&#xD;
Descritores: Corticoide, Resposta Inflamatória Sistêmica, Circulação Extracorpórea, Cirurgia Cardíaca.
Description: Trabalho apresentado em cumprimento às exigências para obtenção do título de especialista em Perfusão e Assistência Circulatória Mecânica pela Faculdade Pernambucana e Saúde-FPS.                                                      Orientadora: Rafaela de Melo Simões Lima&#xD;
Co-orientador: Carlos Alberto de Araújo Júnior</description>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Protocolo para utilização segura do Prime Autólogo-retrógrado em cirurgia cardíaca com circulação extracorpórea</title>
    <link>http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/642</link>
    <description>Title: Protocolo para utilização segura do Prime Autólogo-retrógrado em cirurgia cardíaca com circulação extracorpórea
Authors: PEDROSA, Luciano de Sousa
Abstract: A circulação Extracorpórea (CEC) marcou o início da fase moderna para a cirurgia cardiovascular, tornando-se uma técnica indispensável para diversos procedimentos nesta área cirúrgica. Um dos grades desafios é a minimização da hemodiluição provocada pela quantidade de líquido cristalóide necessária para a retirada do ar do circuito de CEC e conseqüentemente infundido no paciente. Daí surge a necessidade de técnicas para minimizar os efeitos deletérios desta hemodiluição como dificuldade de carreamento de oxigênio para a manutenção sistêmica. A técnica do Prime Autólogo-Retrógrado surge como opção viável e segura quando executada corretamente, minimizando os efeitos de uma hemodiluição exacerbada e assim diminuindo a necesidade de realização de hemotransfusão sanguínea. Objetivo: Este trabalho tem por objetivo a criação de um protocolo para a realização do Prime autólogo-retrógrado de forma segura, com critérios de escolha dos pacientes evitando assim os erros. Trata-se de uma revisão na bibliográfica da técnica de utilização do RAP, bem como seus aspectos positivos e negativos. Resultados: Foram encontrados 45 trabalhos escritos entre 2000 e 2015, excluídos os trabalhos que tratavam de circulação extracorpórea em cirurgia pediátrica. Os artigos mostraram que foram muitos os esforços para conseguir a redução da utilização de hemoderivados em cirurgia cardíaca com circulação extracorpórea, Trapp5 em seu estudo com pacientes que foram&#xD;
submetidos à técnica sendo comparados com pacientes submetidos a cirurgia cardíaca com CEC convencional mostrou uma diminuição considerável de prime infundido no paciente quando comparado ao segundo grupo, bem como a redução no tempo de CEC, e dos níveis de hematócrito e hemoglobina. Conclusão: Foi concluído que o RAP é uma técnica segura quando aplicada devidamente respeitando seus limites e que se mostra bastante eficaz na diminuição da necessidade de hemotransfusões. Um estudo seria necessário para avaliar o impacto deste protocolo na população de pacientes do serviço de Cirurgia Cardíaca do IMIP nos quais a técnica foi utilizada, provando assim seus benefícios.&#xD;
Palavras Chaves: Retrograde Autologous Priming, Circulação Extracorpórea, Hemodiluição
Description: Trabalho de conclusão de curso apresentado como exigência parcial para obtenção de título de Pós-graduação à Faculdade Pernambucana de Saúde – FPS, sob orientação de Carlos Alberto de Araújo Júnior, coordenador do serviço de perfusão e assistência circulatória mecânica do IMIP e Diogo Luiz de Magalhães Ferraz, cirurgião cardiovascular do IMIP.</description>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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