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    <dc:date>2026-04-10T15:30:15Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/685">
    <title>Presença do acompanhante durante o pré-parto, parto e puerpério imediato em uma maternidade da cidade de Olinda-PE</title>
    <link>http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/685</link>
    <description>Title: Presença do acompanhante durante o pré-parto, parto e puerpério imediato em uma maternidade da cidade de Olinda-PE
Authors: BATISTA, Suênia de Sousa Silva; PEREIRA, Kássia Cristine Frazão Marques; MELO, Maria Inês Bezerra de; FIGUEIRA, Maria Cristina dos Santos; ARAÚJO, Viviane Maria Gomes de
Abstract: RESUMO&#xD;
INTRODUÇÃO: No Brasil, vários esforços vêm sendo realizados no sentido de melhorar a qualidade da assistência prestada pelos serviços de saúde à mulher, tais esforços estão fundamentados na adoção de práticas baseadas em evidências científicas, bem como no direito à humanização da assistência, no sentido de proporcionar um ambiente acolhedor que rompa com o tradicional isolamento imposto à mulher. A garantia do acompanhante de livre escolha da parturiente durante o processo de parturição é uma característica relevante do parto humanizado. Neste contexto, visando favorecer a humanização do parto, em abril de 2005 o Ministério da Saúde criou a Lei n.° 11.108 (Lei do Acompanhante) que garante à parturiente a presença de um acompanhante durante o pré-parto, parto e puerpério em todos os serviços do Sistema Único de Saúde-SUS, em sua rede própria ou conveniada. OBJETIVO: Verificar o cumprimento da Lei do Acompanhante em uma maternidade de referência no município de Olinda-PE. MÉTODO: Trata-se de um estudo descritivo, transversal com abordagem quantitativa. Os dados foram coletados por meio de um formulário estruturado, entre os meses de maio a julho de 2016, aplicado às mulheres que se encontravam no puerpério imediato e organizados em tabelas utilizando o programa Microsoft Word 2010. RESULTADOS: Apesar de 100% das entrevistadas terem afirmado que lhe foi garantido o direito a acompanhante de sua livre escolha, a maioria dos acompanhantes (79,6%) era do sexo feminino e ao ser investigado a presença deste acompanhante durante todo o processo do nascimento foi observado que 5,3% delas não tiveram acompanhante no pré-parto, 17,0% ficaram desacompanhadas durante o parto e 2,0% no pós-parto. CONCLUSÃO: A Lei 11.108/2005 já estar em vigor há 11 anos, no entanto algumas entrevistadas não tiveram seu direito garantido em todas as fases do processo do nascimento. A maioria das puérperas desconhecia a lei do acompanhante, tendo sido esta falta de conhecimento uma das dificuldades observadas para inserção do acompanhante.&#xD;
Palavras-chave: parto humanizado, acompanhantes de pacientes, trabalho de parto.</description>
    <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/680">
    <title>Citologia oncótica e o rastreio das lesões percusoras do câncer de colo uterino e a importância do seguimento do tratamento: uma revisão sistemática</title>
    <link>http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/680</link>
    <description>Title: Citologia oncótica e o rastreio das lesões percusoras do câncer de colo uterino e a importância do seguimento do tratamento: uma revisão sistemática
Authors: COSTA, Suhellen Christine Vilanova da
Abstract: RESUMO&#xD;
INTRODUÇÃO: O câncer de colo uterino tem elevada incidência, o que implica na necessidade de uma estratégia preventiva, e diagnóstico precoce, tendo em vista os principais aspectos relativos à saúde da mulher. OBJETIVO: Descrever a importância da coleta citológica no rastreio das lesões percussoras e o seguimento do tratamento para a saúde da mulher. METODOLOGIA: O estudo é bibliográfico, trata-se de uma revisão sistemática. O período estabelecido para busca de publicações acerca da temática em questão foi de 2011 a 2016. A busca ocorreu nas bases de dados eletrônicas Scielo e Lilacs. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Ao longo deste estudo foi possível identificar a importância da assistência do profissional de saúde para prevenção e controle do câncer uterino, tendo em vista a variedade de ações desenvolvidas, o impacto destas na prevenção, levando em conta a importância da citologia no rastreio das lesões percussoras e do seguimento do tratamento. CONCLUSÃO: Os cuidados destinados a mulher são essenciais para efetividade das ações de controle e prevenção do câncer de colo uterino, tendo em vista que o profissional precisa desenvolver uma relação promissora com a mulher, e também podendo atuar como educador em campanhas preventivas, de modo que possa promover o exame citológico, o prosseguimento do tratamento, a importância da citologia no rastreio das lesões percussoras e a continuidade do tratamento, o que permite um prognóstico promissor, sendo primordial para saúde da mulher.&#xD;
Palavras-chave: Câncer de Colo Uterino; Citologia; Exame Citológico.
Description: ORIENTADORA: Karla da Silva Ramos</description>
    <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Conhecimento dos enfermeiros sobre acolhimento e classificação de risco em uma Maternidade de Baixo Risco</title>
    <link>http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/679</link>
    <description>Title: Conhecimento dos enfermeiros sobre acolhimento e classificação de risco em uma Maternidade de Baixo Risco
Authors: SOARES, Rosa Aline Maria Silva; SILVA, Simone Alves Barbosa da
Abstract: RESUMO&#xD;
INTRODUÇÃO: O modelo de acolhimento e classificação de risco vem sendo utilizado nas urgências/emergências do SUS, inclusive na Ginecologia/Obstetrícia, baseado no protocolo de Manchester, possibilita ordenar o atendimento por prioridades, além de trazer aspectos da humanização. Apesar das evidências e recomendações serem a favor do modelo referido alguns serviços ainda precisam de uma melhor implantação.&#xD;
OBJETIVO: Identificar o conhecimento dos enfermeiros de uma maternidade de baixo risco sobre acolhimento e classificação de risco. MÉTODO: Estudo descritivo, observacional, tipo corte transversal. Foi realizado com os enfermeiros da Maternidade Amiga da Família de Camaragibe, Pernambuco.A coleta dos dados foi realizada no mês de abril de 2017 e contou com a participação de onze enfermeiros. A análise dos dados foi efetuada utilizando-se o programa EPI-INFO 3.5.2. Inicialmente foram obtidas as distribuições de frequência das variáveis utilizadas para caracterizar a amostra. RESULTADOS: Em relação ao perfil dos enfermeiros a maioria tinha mais de 30 anos e estavam atuando há mais de 10 anos na enfermagem. Todas as enfermeiras possuíam pós-graduação, sendo especializadas em mais de um serviço. Apenas três enfermeiras têm pós-graduação em ginecologia e obstetrícia, onde duas ainda estão com o curso em andamento. Das enfermeiras com pós-graduação, 55% apresentam na forma de especialização Latu sensu. Em relação a capacitação para atuação no serviço, 91% das enfermeiras não realizaram treinamento específico no serviço e 82% referiram ter interesse em participar de capacitação relacionado ao acolhimento e classificação de risco na Maternidade. Em relação ao entendimento de acolhimento por estes profissionais observou-se que 82% referiram entender que se refere a prestar um atendimento resolutivo e com responsabilidade, 82% a realizar um atendimento de acordo com classificação de risco mediante protocolo e 64% referiram o atendimento a partir da escuta qualificada. Em relação a classificação de risco, 80% das enfermeiras relacionaram a cor vermelha com quadro clínico de emergência, 90% relacionaram a cor laranja aos casos muito urgentes e 80% relacionaram a cor amarela com casos urgentes. CONCLUSÃO: Esta pesquisa permitiu evidenciar a necessidade de capacitação dos enfermeiros que atuam na maternidade de baixo risco no município de Camaragibe, Pernambuco, visto que se verificou falta de formação adequada, pouco tempo de experiência e falta de conhecimento para subsidiar competências e habilidades essenciais no processo de atendimento em urgências/emergências, com vistas a contribuir na redução da mortalidade materna e óbitos neonatais nos serviços públicos de saúde.&#xD;
Palavras-chaves: Triagem; Acolhimento; Emergência Obstétrica
Description: ORIENTADORA: Maria Celina Rocha Morimura&#xD;
COORIENTADORA: Karla da Silva Ramos</description>
    <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/678">
    <title>Ocorrência de evento adverso tipo queda em pacientes internados de um hospital escola em Pernambuco entre os anos de 2015 e 2016, suas consequências e os fatores associados</title>
    <link>http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/678</link>
    <description>Title: Ocorrência de evento adverso tipo queda em pacientes internados de um hospital escola em Pernambuco entre os anos de 2015 e 2016, suas consequências e os fatores associados
Authors: QUEIROZ, Melissa Oliveira de; ALMEIDA, Roberta Aline Santos
Abstract: RESUMO&#xD;
INTRODUÇÃO: A segurança do paciente é considerada uma questão prioritária para a Organização Mundial de Saúde - OMS. Mundialmente, a discussão da qualidade do cuidado à saúde volta-se cada vez mais para a questão dos Eventos Adversos (EAs). Queda é um dos eventos adversos mais frequentes nos hospitais e podem ter consequências físicas, psicológicas e sociais. A OMS define queda como o evento que leva a pessoa inadvertidamente ao solo ou a um nível inferior. O índice de quedas faz parte dos chamados indicadores de segurança do paciente, representativos das estruturas e dos processos assistenciais, sendo fundamental seu acompanhamento para identificar aspectos relevantes das causas de quedas nas instituições. Observa-se que esse índice é mais elevado em unidades de internação clínicas, unidades de neurologia e oncologia, nas quais os pacientes apresentam média de idade elevada, longo tempo de permanência e grande complexidade assistencial. No entanto, pessoas de todas as idades apresentam risco de sofrer queda. OBJETIVO: Investigar a ocorrência de queda em pacientes internados em um hospital escola entre os anos de 2015 e 2016, identificando local de ocorrência, causas e consequências. MÉTODO: Foi realizado um estudo documental retrospectivo para investigar as notificações dos eventos adversos do tipo queda, com base em um banco de dados da Gerencia de Risco do Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira – IMIP, entre os anos de 2015 e 2016. A amostra foi constituída de pacientes internados no IMIP que foram notificados com ocorrência de quedas durante o período da pesquisa. As notificações que apresentaram dados incompletos inviabilizando os resultados foram excluídos do estudo. A coleta de dados foi realizada através de um formulário semi-estruturado com questões fechadas e das informações adquiridas foi elaborado um banco de dados utilizando-se o programa EPIINFO versão 7.1.1. A análise dos dados foi efetuada através deste mesmo programa onde inicialmente foram obtidas as distribuições de frequência das variáveis utilizadas para caracterizar a amostra. O estudo atende as determinações da declaração de Helsinque e suas emendas posteriores para pesquisas em seres humanos e cumpre os termos da resolução 466 de 2012 do Conselho Nacional de Saúde. RESULTADOS: Durante o ano de 2015, foram registradas 78 (71,56%) notificações, onde a maior frequência foi observada no final do segundo semestre. Já no ano de 2016 foi verificado que 31 (28,44%) foram notificadas como evento adverso tipo queda sendo mais frequente no início do segundo semestre. Em relação à idade, foi observado que 41,3% dos pacientes notificados encontravam-se com idade maior ou igual a 60 anos, seguida de 35,8% de pacientes adultos, 55,0% da amostra eram do sexo masculino e que 38,5% foram notificados em decorrência de queda até o 5º dia de internação. A maioria das quedas (64,2%) ocorreu na clínica médica adulto, seguida pelo Serviço de Pronto Atendimento - Emergência adulto (13,8%), clínica médica pediátrica (8,3%) e Emergência pediátrica (3,7%) e que durante os anos avaliados nenhum evento adverso tipo queda foi notificado nas UTIs pediátrica e obstétrica. Com relação a causa da queda, foi observado que a maioria delas (39,5%) foi em decorrência da queda da cama/ uso inadequado de grade no leito, seguido de 38,5% das notificações de queda da própria altura e que em 4,9% da amostra não foi identificada a causa da queda. Foi observado que 37,6% das quedas ocasionou dano ao paciente onde 32,1% desses danos foram classificados como grau de severidade do dano 1 e que 14,7% dessas quedas tiveram consequências, sendo a lesão a mais frequente.&#xD;
PALAVRAS-CHAVES: Queda; Evento Adverso; Segurança do Paciente
Description: ORIENTADORA: Maria Inês Bezerra de Melo &#xD;
CO-ORIENTADORA: Maria Cristina dos Santos Figueira</description>
    <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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