<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Community:</title>
  <link rel="alternate" href="http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/96" />
  <subtitle />
  <id>http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/96</id>
  <updated>2026-08-07T06:47:24Z</updated>
  <dc:date>2026-08-07T06:47:24Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Ações de prevenção primária no enfrentamento às violências sexuais contra a infância em um centro especializado no Recife-PE</title>
    <link rel="alternate" href="http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/1359" />
    <author>
      <name>SOUZA, Paulo Valfredo Mesquita de</name>
    </author>
    <author>
      <name>LEITE, Isabelle Diniz Cerqueira</name>
    </author>
    <id>http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/1359</id>
    <updated>2026-08-06T13:46:56Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Ações de prevenção primária no enfrentamento às violências sexuais contra a infância em um centro especializado no Recife-PE
Authors: SOUZA, Paulo Valfredo Mesquita de; LEITE, Isabelle Diniz Cerqueira
Abstract: RESUMO&#xD;
Cenário: A infância é histórica e culturalmente construída. Da visão medieval até a concepção atual reconhece-se que ela se expressa de forma diversa conforme classe social, etnia, gênero e sexualidade. Entre essas diferenças, destacam-se infâncias vulneráveis, nas quais se ampliam os riscos de violência sexual. No ano de 2023, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2024), foram registradas 54.297 notificações de estupro contra crianças e adolescentes até os 13 anos. Já no Estado de Pernambuco, entre os anos de 2019 e 2022, de acordo com a Série Histórica do Registro Mensal de Atendimentos (RMA) do Centro de Referência Especializado da Assistência Social (CREAS), foram registrados 4.811 casos de violência sexual contra crianças e adolescentes. E, de acordo com o Boletim Epidemiológico da Secretaria de Saúde do Recife, entre 2019 e 2023, foram contabilizados 1.472 casos de violências sexuais entre crianças e adolescentes. Diante desse contexto, a existência de um serviço especializado na prevenção às violências sexuais se justifica pela persistência deste fenômeno como grave problema de saúde pública. Objetivo: Analisar ações de prevenção primária de um serviço especializado em saúde no enfrentamento às violências sexuais contra a infância na cidade do Recife-PE. Método: A proposta dessa investigação foi a de um estudo combinado qualitativo, de cunho exploratório-descritivo, cuja coleta e a análise de dados foram realizadas em duas etapas: a primeira, documental, a partir dos diários de bordo de atividades preventivas realizadas com crianças, por esse serviço especializado, em parceria com escolas públicas e uma organização da sociedade civil; já a segunda etapa ocorreu por meio da realização de um grupo focal, cujo público de estudo foi constituído por profissionais que atuam com ações de prevenção primária no enfrentamento às violências sexuais contra crianças. Aspectos Éticos: O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética por meio do CAAE de numeração 82975924.7.0000.5569. Para a análise documental, os critérios de inclusão foram o recorte temporal e as atividades de prevenção primária e, no grupo focal, a formação e atuação profissional das participantes; Já os critérios de exclusão foram os registros de ações com temáticas não relacionadas diretamente à pesquisa, na análise documental, e os/as profissionais que atenderam a adolescentes e/ou familiares, ou que não puderam comparecer ao grupo focal. Resultados e Discussão: A fase documental consistiu na análise de 18 diários de bordo de oficinas de prevenção primária à violência sexual na infância. As atividades ocorreram entre 2018 e 2023, promovidas por um serviço especializado, e envolveram 45 crianças de 6 a 11 anos. As oficinas, com duração de 2 a 3 horas, cada, abordaram temas como acolhimento, direitos e deveres, família, afetividade, agressividade e prevenção às violências sexuais, utilizando-se de recursos lúdicos e rodas de conversa. As metodologias priorizaram a escuta e a criação de vínculos, favorecendo o fortalecimento emocional e relacional das crianças antes da exposição direta aos temas da violência sexual. A análise demonstrou que o trabalho com temáticas sensíveis exige construção coletiva de sentidos e legitimação da voz infantil. As atividades possibilitaram que as crianças reconhecessem o corpo como território de cuidado, expressassem vivências e identificassem redes de proteção. Na fase do Grupo Focal, em 2025, facilitado por uma moderadora e com duas assistentes que ficaram responsáveis pelo diário de bordo, realizou-se um encontro de 2 horas, com 8 membros do sexo feminino, entre 26 e 67 anos, dentre psicólogas e assistentes sociais, atuantes na prevenção primária e/ou na Rede de Enfrentamento à Violência Sexual de Pernambuco. Após o preenchimento do TCLE e do questionário sociodemográfico, as participantes discutiram sobre suas formações e experiências profissionais, além de validarem um guia de prevenção elaborado com base na análise documental. O encontro possibilitou identificar padrões, visões diversas e temas emergentes, contribuindo para o aprimoramento de estratégias de prevenção. As contribuições reafirmam a importância de romper silêncios e tabus, fortalecendo o protagonismo infantil na defesa de seus direitos e na prevenção das&#xD;
violências sexuais. Conclusão: As narrativas das ações de prevenção primária manifestaram-se como estratégias de promoção, proteção e cuidado na infância, criando espaços de escuta e elaboração coletiva em que as crianças, ao participarem ativamente do processo, demonstraram capacidade de reflexão e reivindicação de direitos. Essas interações fomentaram a autoestima, a confiança e o pertencimento entre elas, funcionando como práticas educativas, terapêuticas e políticas, que contribuem para o enfrentamento das violências sexuais e a promoção de uma cultura de direitos e da proteção integral infantil.&#xD;
Palavras-chave: Infância; Prevenção Primária; Abuso Sexual; Violências Sexuais.
Description: Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu do Mestrado Profissional em Psicologia da Saúde da Faculdade Pernambucana de Saúde como parte dos requisitos para a obtenção do grau de Mestre</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Caderno Terapêutico de suporte para pacientes submetidos ao transplante de medula óssea (TMO)</title>
    <link rel="alternate" href="http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/1345" />
    <author>
      <name>STEIGER, Roberta De Lorenzi</name>
    </author>
    <author>
      <name>TORRES, Raiane Lúcia Cruz de Oliveira</name>
    </author>
    <author>
      <name>BARBOSA, Liliane Vanessa C. N.</name>
    </author>
    <author>
      <name>FERREIRA, Camy Vieira de Alcantara Pereira</name>
    </author>
    <author>
      <name>ALBUQUERQUE, Eliane Nóbrega</name>
    </author>
    <author>
      <name>FELISBERTO, Eduardo Falcão</name>
    </author>
    <author>
      <name>TIBÚRCIO, Renata Teti</name>
    </author>
    <author>
      <name>MELO, Mônica Cristina Batista de</name>
    </author>
    <author>
      <name>BARBOSA, Leopoldo Nélson Fernandes</name>
    </author>
    <id>http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/1345</id>
    <updated>2026-05-27T11:38:13Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Caderno Terapêutico de suporte para pacientes submetidos ao transplante de medula óssea (TMO)
Authors: STEIGER, Roberta De Lorenzi; TORRES, Raiane Lúcia Cruz de Oliveira; BARBOSA, Liliane Vanessa C. N.; FERREIRA, Camy Vieira de Alcantara Pereira; ALBUQUERQUE, Eliane Nóbrega; FELISBERTO, Eduardo Falcão; TIBÚRCIO, Renata Teti; MELO, Mônica Cristina Batista de; BARBOSA, Leopoldo Nélson Fernandes
Abstract: Este material organiza a intervenção psicológica de forma sequencial e aplicável ao contexto hospitalar. Cada módulo corresponde a uma fase do processo terapêutico.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Perspectivas de cuidadores familiares sobre o atendimento de equipes multiprofissionais a crianças com Transtorno do Espectro Autista</title>
    <link rel="alternate" href="http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/1340" />
    <author>
      <name>FREIRE, Ana Camila Diniz</name>
    </author>
    <author>
      <name>SILVA, Thálita Cavalcanti Menezes da</name>
    </author>
    <id>http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/1340</id>
    <updated>2026-04-30T17:29:18Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Perspectivas de cuidadores familiares sobre o atendimento de equipes multiprofissionais a crianças com Transtorno do Espectro Autista
Authors: FREIRE, Ana Camila Diniz; SILVA, Thálita Cavalcanti Menezes da
Abstract: RESUMO&#xD;
Cenário:&#xD;
Os cuidadores familiares de crianças com autismo enfrentam desafios ao lidar com&#xD;
as equipes Multiprofissionais, como a falta de comunicação eficaz, a dificuldade de acesso aos&#xD;
serviços especializados, assim como com a sobrecarga emocional e física. Entende r as&#xD;
perspectivas de cuidadores familiares de crianças com autismo sobre o atendimento pode&#xD;
auxiliar no aprimoramento das práticas de cuidados prestados. Objetivo: Compreender as&#xD;
perspectivas de cuidadores familiares em relação ao cuidado prestado pelos profissionais de&#xD;
saúde nas equipes multiprofissionais no atendimento de crianças com autismo Método: Trata&#xD;
se de um estudo qualitativo descritivo. Os participantes do estudo foram 12 cuidadores&#xD;
familiares de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA Foi utilizado um&#xD;
questionário sociodemográfico para caracterização dos participantes do estudo. Além disso, foi&#xD;
realizada entrevista semiestruturada, as quais foram conduzidas individualmente, em dia,&#xD;
horário e local de conveniência dos participantes. A pós a coleta de dados foi realizado a Análise&#xD;
Temática de Conteúdo de Minayo. Aspectos Éticos: O estudo seguiu todos os preceitos éticos&#xD;
indicados pelo Comitê de Ética em Pesquisa com seres humanos da Faculdade Pernambucana&#xD;
de Saúde FPS e seguiu a resolução nº 510/16 do Conselho Nacional de Saúde ( tendo a&#xD;
coleta ocorrido após a liberação do número do CAAE:83137624.3.0000.5569. Os participantes&#xD;
assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido ( Resultados: A partir dos&#xD;
nossos resultados identificamos três temas centrais: a equipe e os cuidados à criança com TEA;&#xD;
a comunicação entre a equipe de saúde e o cuidador familiar; e a participação do cuidador&#xD;
familiar no tratamento da criança com TEA. Esses achados evidenciam que o cuidado da&#xD;
crian ça com TEA exige uma abordagem integrada e humanizada, na qual a atuação de uma&#xD;
equipe multiprofissional bem articulada garante um atendimento integral e individualizado,&#xD;
potencializando o desenvolvimento infantil. Do mesmo modo, a comunicação clara, contí nua e&#xD;
empática entre profissionais e cuidadores mostrou se fundamental para fortalecer vínculos,&#xD;
promover a continuidade terapêutica e ampliar a segurança no cuidado. Por fim, ficou evidente&#xD;
que a participação ativa da família no processo ultrapassa o espaço terapêutico, tornando se&#xD;
parte essencial da rotina cotidiana e favorecendo avanços significativos no desenvolvimento da&#xD;
criança. Conclusão: Podemos concluir que compreender as perspectivas dos cuidadores&#xD;
familiares de crianças com TEA permite identifica r lacunas no atendimento e fortalece a&#xD;
importância de práticas mais integradas e humanizadas nas equipes multiprofissionais. A partir&#xD;
desta pesquisa reforça a relevância de repensar estratégias de formação e de atuação das equipes&#xD;
de saúde, de modo a ampliar a sensibilidade para com as demandas familiares e promover&#xD;
práticas mais consistentes. Como perspectiva futura, destaca se a necessidade de aprofundar&#xD;
pesquisas que investiguem não apenas as experiências dos cuidadores, mas também o impacto&#xD;
de diferentes modelos de intervenção no desenvolvimento infantil e na qualidade de vida das&#xD;
famílias. Tais avanços poderão contribuir para a construção de políticas públicas mais&#xD;
inclusivas e para o fortalecimento de práticas assistenciais que garantam maior equidade e&#xD;
efetividade no cuidado às crianças com TEA.&#xD;
Palavras-chave: Cuidadores; Transtorno do Espectro Autista; Terapias assistidas
Description: Dissertação apresentada como requisito para a titulação de Mestra do Mestrado Profissional em Psicologia da Saúde da Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS).</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Manual de implementação para oficinas de prevenção em saúde sexual para o público adolescente</title>
    <link rel="alternate" href="http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/1313" />
    <author>
      <name>BEZERRA, Debora Henrique</name>
    </author>
    <author>
      <name>MELO, Mônica Cristina Batista de</name>
    </author>
    <id>http://repositorio.fps.edu.br/handle/4861/1313</id>
    <updated>2026-04-09T18:25:48Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Manual de implementação para oficinas de prevenção em saúde sexual para o público adolescente
Authors: BEZERRA, Debora Henrique; MELO, Mônica Cristina Batista de
Abstract: Este manual é um produto, estruturado a partir de uma pesquisa de Mestrado profissional em Psicologia da Saúde da Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS) realizada entre os meses de julho e agosto do ano de 2025. Visa apresentar uma proposta de cinco oficinas sobre saúde sexual voltadas ao público adolescente, entre 14 e 18 anos, de escolas públicas do município de Olinda, para ampliar o conhecimento sobre as Infecções Sexualmente&#xD;
Transmissíveis (IST)1 e a adesão aos métodos&#xD;
preventivos. Tais oficinas serão realizadas nos espaços físicos das próprias escolas.&#xD;
A decisão pela elaboração de oficinas deu-se a partir da demanda dos participantes do estudo, expressa por meio do seguinte resultado:&#xD;
82,9% dos adolescentes pesquisados indicaram que palestras são boas opções para aprender sobre a temática das IST. Em segundo lugar, 78,6% dos adolescentes indicaram que profissionais de saúde nas escolas são boas opções para aprender sobre a temática. Em terceiro lugar, 75,6% dos adolescentes sinalizaram a escola como um bom lugar para aprender sobre o tema.
Description: Produto técnico resultado da dissertação para conclusão do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu Mestrado Profissional em Psicologia da Saúde</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

