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  <title>DSpace Community:</title>
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  <updated>2026-04-10T19:19:27Z</updated>
  <dc:date>2026-04-10T19:19:27Z</dc:date>
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    <title>Manual de implementação para oficinas de prevenção em saúde sexual para o público adolescente</title>
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      <name>BEZERRA, Debora Henrique</name>
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      <name>MELO, Mônica Cristina Batista de</name>
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    <updated>2026-04-09T18:25:48Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Manual de implementação para oficinas de prevenção em saúde sexual para o público adolescente
Authors: BEZERRA, Debora Henrique; MELO, Mônica Cristina Batista de
Abstract: Este manual é um produto, estruturado a partir de uma pesquisa de Mestrado profissional em Psicologia da Saúde da Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS) realizada entre os meses de julho e agosto do ano de 2025. Visa apresentar uma proposta de cinco oficinas sobre saúde sexual voltadas ao público adolescente, entre 14 e 18 anos, de escolas públicas do município de Olinda, para ampliar o conhecimento sobre as Infecções Sexualmente&#xD;
Transmissíveis (IST)1 e a adesão aos métodos&#xD;
preventivos. Tais oficinas serão realizadas nos espaços físicos das próprias escolas.&#xD;
A decisão pela elaboração de oficinas deu-se a partir da demanda dos participantes do estudo, expressa por meio do seguinte resultado:&#xD;
82,9% dos adolescentes pesquisados indicaram que palestras são boas opções para aprender sobre a temática das IST. Em segundo lugar, 78,6% dos adolescentes indicaram que profissionais de saúde nas escolas são boas opções para aprender sobre a temática. Em terceiro lugar, 75,6% dos adolescentes sinalizaram a escola como um bom lugar para aprender sobre o tema.
Description: Produto técnico resultado da dissertação para conclusão do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu Mestrado Profissional em Psicologia da Saúde</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Conhecimento dos adolescentes de escolas públicas sobre as infecções sexualmente transmissíveis</title>
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      <name>BEZERRA, Debora Henrique</name>
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    <updated>2026-03-23T18:45:19Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Conhecimento dos adolescentes de escolas públicas sobre as infecções sexualmente transmissíveis
Authors: BEZERRA, Debora Henrique; MELO, Mônica Cristina Batista de
Abstract: RESUMO Introdução: A adolescência é um período do desenvolvimento marcado por alterações biopsicossociais que afetam as dimensões do corpo físico, mas também ocasiona alterações afetivas, cognitivas e de relacionamentos, incluindo o surgimento dos papéis sexuais e reprodutivos. Tais comportamentos contribuem para o incremento no número de adolescentes gestantes e com infecções sexualmente transmissíveis. No Brasil, metade dessas infecções ocorrem em adolescentes e jovens adultos na faixa etária entre 15 e 24 anos, principalmente nas regiões mais vulneráveis. Objetivo: descrever o perfil clínico e sociodemográfico e analisar o conhecimento dos adolescentes sobre as infecções sexualmente transmissíveis. Método: O presente estudo é do tipo observacional de corte transversal. A pesquisa foi realizada no município de Olinda, em escolas públicas, escolhidas por conveniência, com adolescentes entre 12 e 18 anos, nos meses de agosto e dezembro de 2025. Foi realizado cálculo amostral a partir dos dados do Censo Escolar do QEdu referente ao ano de 2024. Considerando o universo de 11.991 alunos matriculados na rede pública de Olinda, o cálculo amostral para um nível de confiança de 95% e margem de erro de 5% indicou a necessidade de 373 participantes. Foi utilizado um questionário estruturado com perguntas sobre aspectos sociodemográficos e clínicos. As respostas foram digitadas em planilhas do Excel® 2013, sendo analisadas a partir de estatística descritiva. Isso permitiu calcular as frequências (números e porcentagens) e cruzar informações importantes, como a idade da primeira relação sexual e o uso de substâncias como álcool e drogas. Resultados: Participaram do estudo 84 adolescentes de quatro escolas públicas com maior predominância de estudantes do 8º e do 9º ano do Ensino Fundamental e 2º e 3º anos do Ensino Médio. Em relação à religião, 32,1% dos adolescentes pesquisados referiram não possuir religião (n=27), 22,6% referiram ser cristãos (n=19), 15,5% referiram ser cristãos evangélicos (n=13), 9,5% responderam que são católicos (n=8), 6% são de matrizes africanas (n=5), 1,2% se definiu como espírita (n=), 1,2% se considera agnóstico (n=1), 1,2% se considera como testemunha de jeová (n=1), 1,2% se considera ateu (n=1) e 9,5% não responderam a pergunta (n=8). Em relação às pessoas com quem moram, houve predominância de adolescentes que moram com o pai e com a mãe em 31% dos casos (n=26), apenas com a mãe em 21,4% dos casos (n=18) e, apenas com o pai em 2,4% dos casos (n=2). Em relação à renda, 17,8% dos adolescentes (n=15) referiu que a família vive com até um salário-mínimo, 11,9% referiram que a família vive com até dois salários-mínimos (n=10), 1,2% com até três salários-mínimos (n=1), 2,4% até quatro salários-mínimos (n=2), 1,2% mais que cinco salários-mínimos (n=1) e 65,5% não responderam ao item (n=55). Em relação às bolsas que recebem,&#xD;
52,38% (n=44) referiu receber auxílio sendo o pé-de-meia citado em 34.1% dos casos e o bolsa família em 24.4% dos casos, podendo, nesse caso, haver acúmulo de bolsas. Em relação ao conhecimento sobre as IST, houve predominância de baixo conhecimento sobre o tema e formas de prevenção, principalmente entre os adolescentes com vida sexual ativa, e que consomem álcool e outras drogas. Já em relação aos meios citados para conhecer mais sobre as IST, em 82.9% dos casos os adolescentes acreditam que palestras são boas opções (n=68), 78.6% que profissionais de saúde nas escolas são boas formas de aprendizagem (n=66), em 77.4% que campanhas na TV são boas estratégias (n=65) e, em 75.6% que a escola é um bom lugar para aprender sobre estes assuntos (n=62). Além disso, 58.3% dos adolescentes pesquisados não acreditam que conversar com amigos seja uma boa opção para aprender sobre IST (n=49). Conclusão: O estudo adotou uma abordagem quantitativa e transversal. Durante a coleta de dados, observou-se uma baixa adesão por parte dos adolescentes, fator atribuído à natureza sensível da temática, que envolve aspectos da vida privada e sexualidade. A análise dos resultados revelou uma elevada frequência de baixo conhecimento dos participantes sobre as Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), o que reforça a urgência de políticas públicas voltadas à promoção da saúde e prevenção nesse grupo. Esse déficit de informação, especialmente entre os jovens com vida sexual ativa, amplia a vulnerabilidade à aquisição dessas infecções. Diante desse cenário, elaborou-se um manual educativo que propõe ciclos de palestras em escolas públicas, voltadas aos adolescentes, visando expandir o conhecimento, incentivar o autocuidado e promover mudanças de comportamento para fortalecer a prevenção.&#xD;
Descritores: adolescentes; infecções sexualmente transmissíveis; intervenção educacional.
Description: Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu da Faculdade Pernambucana de Saúde– FPS, como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Psicologia da Saúde.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Arquitetura da colaboração: estratégias para lideranças na promoção da interprofissionalidade no SUS</title>
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      <name>ALMEIDA, Luiza Piereck Bradley de</name>
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      <name>SILVA, Eduardo Falcão Felisberto da</name>
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    <updated>2026-03-13T16:40:13Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Arquitetura da colaboração: estratégias para lideranças na promoção da interprofissionalidade no SUS
Authors: ALMEIDA, Luiza Piereck Bradley de; SILVA, Eduardo Falcão Felisberto da; NOVAES, Nathaly Maria Ferreira
Abstract: O trabalho em saúde em ambientes hospitalares é marcado por uma complexidade crescente, que exige respostas rápidas e integradas. No entanto, a prática cotidiana muitas vezes revela o "Paradoxo da Interprofissionalidade": embora os profissionais compreendam a importância de trabalhar em equipe, barreiras estruturais, hierarquias históricas e a pressão por produtividade acabam fragmentando o cuidado.&#xD;
Esta cartilha é resultado de uma pesquisa qualitativa realizada em enfermarias hospitalares do SUS e traduz os desafios reais identificados pelos próprios profissionais em orientações concretas de gestão. Ela não reproduz ideais teóricos distantes — ela nasce da escuta de quem vive o cotidiano do cuidado.&#xD;
Seu diferencial está exatamente nisso: sistematizar práticas interprofissionais para lideranças do SUS com base em evidências científicas e na realidade dos serviços, oferecendo orientações que podem ser aplicadas sem depender de recursos complexos ou condições ideais.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Desafios e estratégias para a interprofissionalidade em enfermarias hospitalares do SUS: um estudo qualitativo e desenvolvimento de cartilha</title>
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      <name>ALMEIDA, Luiza Piereck Bradley de</name>
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    <updated>2026-03-12T15:48:27Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Desafios e estratégias para a interprofissionalidade em enfermarias hospitalares do SUS: um estudo qualitativo e desenvolvimento de cartilha
Authors: ALMEIDA, Luiza Piereck Bradley de; SILVA, Eduardo Falcão Felisberto da; NOVAES, Nathaly Maria Ferreira
Abstract: RESUMO&#xD;
Introdução: A interprofissionalidade é um conceito fundamental para a promoção de práticas de saúde integradas e resolutivas, especialmente no contexto hospitalar do Sistema Único de Saúde (SUS). Este conceito envolve a colaboração entre diferentes profissionais da saúde, com o objetivo de oferecer um cuidado integral ao paciente, atendendo às diversas necessidades de forma conjunta. No entanto, a implementação dessa prática enfrenta desafios, principalmente nas equipes multiprofissionais hospitalares, devido à resistência cultural e às estruturas hierárquicas tradicionais. Objetivos: O objetivo principal deste estudo é compreender como os profissionais de equipes multiprofissionais em hospitais do SUS percebem e aplicam os conceitos de interprofissionalidade em suas práticas. Os objetivos específicos incluem investigar a compreensão dos profissionais sobre a interprofissionalidade, descrevendo o entendimento sobre habilidades e competências relacionadas ao conceito, além de identificar as barreiras e facilitadores para a colaboração entre diferentes profissionais. Por fim, a elaboração de uma cartilha a partir dos resultados. Método: Estudo de abordagem qualitativa, por meio de entrevistas semiestruturadas com profissionais da área da saúde de um hospital público. A coleta de dados foi realizada entre agosto e setembro de 2025. A captação ocorreu a partir da anuência institucional e indicação de potenciais participantes pela coordenação hospitalar. Para o recrutamento, houve o convite voluntário, apresentação da pesquisa e checagem dos critérios de inclusão e exclusão, com assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) e garantia de sigilo e anonimato. A análise dos dados seguiu a metodologia de análise temática do conteúdo, identificando núcleos de sentido e categorias sobre interprofissionalidade, colaboração e impactos na qualidade do cuidado. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética (CAAE 89631825.5.0000.5569), em conformidade com a resolução CNS nº 510/2016. Resultados: A população do estudo foi composta por 12 profissionais de saúde, abrangendo oito categorias distintas: Assistência Social (2), Nutrição (2), Fisioterapia (3), Fonoaudiologia (1), Psicologia (1), Terapia Ocupacional (1), Farmácia (1) e Medicina (1). Emergiram 4 eixos temáticos: 1) Compreensão e conceitos de interprofissionalidade; onde observou-se uma compreensão robusta da integralidade, embora persistam imprecisões terminológicas entre multi e interprofissionalidade. 2) Habilidades, competências e atitudes para o trabalho interprofissional; que destacou a comunicação assertiva, a humildade intelectual e o esclarecimento de papeis como competências essenciais. 3) Desafios e barreiras para o trabalho interprofissional no SUS; em que emergiu o "paradoxo da interprofissionalidade", onde a centralidade médica, a hierarquia salarial e a sobrecarga de&#xD;
trabalho atuam como barreiras estruturais que limitam a prática colaborativa. 4) Estratégias facilitadoras para a interprofissionalidade; evidenciando o apoio da gestão, a institucionalização de espaços de encontro e a Residência Multiprofissional como facilitadores. Como desdobramento desses achados, a dissertação gerou dois produtos: um artigo científico intitulado “Desafios e Estratégias para a Interprofissionalidade no Sistema Único de Saúde” e uma cartilha técnica, intitulada “Arquitetura da Colaboração: estratégias para lideranças na promoção da interprofissionalidade no SUS”, voltada para orientar lideranças na promoção de práticas interprofissionais. Considerações finais: Os resultados revelaram um paradoxo entre o domínio conceitual da interprofissionalidade e sua limitada operacionalização prática, comprometida pela centralidade médica, desigualdade remuneratória entre categorias e sobrecarga de trabalho. Como facilitadores, destacaram-se liderança colaborativa, Educação Permanente e Residência Multiprofissional. O estudo tem como limitações o número reduzido de participantes, a ausência da enfermagem e o recorte institucional único, indicando a necessidade de estudos futuros com maior diversidade de categorias, contextos e delineamentos longitudinais. Conclui-se que a efetivação da interprofissionalidade no SUS demanda transformação cultural contínua e investimento institucional deliberado, perspectivas que orientaram a produção do artigo científico e da cartilha técnica resultantes desta dissertação.&#xD;
Palavras-chave: Educação Interprofissional. Equipe Multiprofissional. Sistema Único de Saúde (SUS). Assistência Integral à Saúde
Description: Dissertação apresentada à banca do Programa de Pós Graduação Stricto Sensu da Faculdade Pernambucana de Saúde – FPS, como requisito para a obtenção do título de Mestre em Psicologia da Saúde.</summary>
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