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  <updated>2026-08-07T14:15:02Z</updated>
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    <title>Ações de prevenção primária no enfrentamento às violências sexuais contra a infância em um centro especializado no Recife-PE</title>
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      <name>SOUZA, Paulo Valfredo Mesquita de</name>
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      <name>LEITE, Isabelle Diniz Cerqueira</name>
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    <updated>2026-08-06T13:46:56Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Ações de prevenção primária no enfrentamento às violências sexuais contra a infância em um centro especializado no Recife-PE
Authors: SOUZA, Paulo Valfredo Mesquita de; LEITE, Isabelle Diniz Cerqueira
Abstract: RESUMO&#xD;
Cenário: A infância é histórica e culturalmente construída. Da visão medieval até a concepção atual reconhece-se que ela se expressa de forma diversa conforme classe social, etnia, gênero e sexualidade. Entre essas diferenças, destacam-se infâncias vulneráveis, nas quais se ampliam os riscos de violência sexual. No ano de 2023, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2024), foram registradas 54.297 notificações de estupro contra crianças e adolescentes até os 13 anos. Já no Estado de Pernambuco, entre os anos de 2019 e 2022, de acordo com a Série Histórica do Registro Mensal de Atendimentos (RMA) do Centro de Referência Especializado da Assistência Social (CREAS), foram registrados 4.811 casos de violência sexual contra crianças e adolescentes. E, de acordo com o Boletim Epidemiológico da Secretaria de Saúde do Recife, entre 2019 e 2023, foram contabilizados 1.472 casos de violências sexuais entre crianças e adolescentes. Diante desse contexto, a existência de um serviço especializado na prevenção às violências sexuais se justifica pela persistência deste fenômeno como grave problema de saúde pública. Objetivo: Analisar ações de prevenção primária de um serviço especializado em saúde no enfrentamento às violências sexuais contra a infância na cidade do Recife-PE. Método: A proposta dessa investigação foi a de um estudo combinado qualitativo, de cunho exploratório-descritivo, cuja coleta e a análise de dados foram realizadas em duas etapas: a primeira, documental, a partir dos diários de bordo de atividades preventivas realizadas com crianças, por esse serviço especializado, em parceria com escolas públicas e uma organização da sociedade civil; já a segunda etapa ocorreu por meio da realização de um grupo focal, cujo público de estudo foi constituído por profissionais que atuam com ações de prevenção primária no enfrentamento às violências sexuais contra crianças. Aspectos Éticos: O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética por meio do CAAE de numeração 82975924.7.0000.5569. Para a análise documental, os critérios de inclusão foram o recorte temporal e as atividades de prevenção primária e, no grupo focal, a formação e atuação profissional das participantes; Já os critérios de exclusão foram os registros de ações com temáticas não relacionadas diretamente à pesquisa, na análise documental, e os/as profissionais que atenderam a adolescentes e/ou familiares, ou que não puderam comparecer ao grupo focal. Resultados e Discussão: A fase documental consistiu na análise de 18 diários de bordo de oficinas de prevenção primária à violência sexual na infância. As atividades ocorreram entre 2018 e 2023, promovidas por um serviço especializado, e envolveram 45 crianças de 6 a 11 anos. As oficinas, com duração de 2 a 3 horas, cada, abordaram temas como acolhimento, direitos e deveres, família, afetividade, agressividade e prevenção às violências sexuais, utilizando-se de recursos lúdicos e rodas de conversa. As metodologias priorizaram a escuta e a criação de vínculos, favorecendo o fortalecimento emocional e relacional das crianças antes da exposição direta aos temas da violência sexual. A análise demonstrou que o trabalho com temáticas sensíveis exige construção coletiva de sentidos e legitimação da voz infantil. As atividades possibilitaram que as crianças reconhecessem o corpo como território de cuidado, expressassem vivências e identificassem redes de proteção. Na fase do Grupo Focal, em 2025, facilitado por uma moderadora e com duas assistentes que ficaram responsáveis pelo diário de bordo, realizou-se um encontro de 2 horas, com 8 membros do sexo feminino, entre 26 e 67 anos, dentre psicólogas e assistentes sociais, atuantes na prevenção primária e/ou na Rede de Enfrentamento à Violência Sexual de Pernambuco. Após o preenchimento do TCLE e do questionário sociodemográfico, as participantes discutiram sobre suas formações e experiências profissionais, além de validarem um guia de prevenção elaborado com base na análise documental. O encontro possibilitou identificar padrões, visões diversas e temas emergentes, contribuindo para o aprimoramento de estratégias de prevenção. As contribuições reafirmam a importância de romper silêncios e tabus, fortalecendo o protagonismo infantil na defesa de seus direitos e na prevenção das&#xD;
violências sexuais. Conclusão: As narrativas das ações de prevenção primária manifestaram-se como estratégias de promoção, proteção e cuidado na infância, criando espaços de escuta e elaboração coletiva em que as crianças, ao participarem ativamente do processo, demonstraram capacidade de reflexão e reivindicação de direitos. Essas interações fomentaram a autoestima, a confiança e o pertencimento entre elas, funcionando como práticas educativas, terapêuticas e políticas, que contribuem para o enfrentamento das violências sexuais e a promoção de uma cultura de direitos e da proteção integral infantil.&#xD;
Palavras-chave: Infância; Prevenção Primária; Abuso Sexual; Violências Sexuais.
Description: Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu do Mestrado Profissional em Psicologia da Saúde da Faculdade Pernambucana de Saúde como parte dos requisitos para a obtenção do grau de Mestre</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Perspectivas de cuidadores familiares sobre o atendimento de equipes multiprofissionais a crianças com Transtorno do Espectro Autista</title>
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    <author>
      <name>FREIRE, Ana Camila Diniz</name>
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    <author>
      <name>SILVA, Thálita Cavalcanti Menezes da</name>
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    <updated>2026-04-30T17:29:18Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Perspectivas de cuidadores familiares sobre o atendimento de equipes multiprofissionais a crianças com Transtorno do Espectro Autista
Authors: FREIRE, Ana Camila Diniz; SILVA, Thálita Cavalcanti Menezes da
Abstract: RESUMO&#xD;
Cenário:&#xD;
Os cuidadores familiares de crianças com autismo enfrentam desafios ao lidar com&#xD;
as equipes Multiprofissionais, como a falta de comunicação eficaz, a dificuldade de acesso aos&#xD;
serviços especializados, assim como com a sobrecarga emocional e física. Entende r as&#xD;
perspectivas de cuidadores familiares de crianças com autismo sobre o atendimento pode&#xD;
auxiliar no aprimoramento das práticas de cuidados prestados. Objetivo: Compreender as&#xD;
perspectivas de cuidadores familiares em relação ao cuidado prestado pelos profissionais de&#xD;
saúde nas equipes multiprofissionais no atendimento de crianças com autismo Método: Trata&#xD;
se de um estudo qualitativo descritivo. Os participantes do estudo foram 12 cuidadores&#xD;
familiares de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA Foi utilizado um&#xD;
questionário sociodemográfico para caracterização dos participantes do estudo. Além disso, foi&#xD;
realizada entrevista semiestruturada, as quais foram conduzidas individualmente, em dia,&#xD;
horário e local de conveniência dos participantes. A pós a coleta de dados foi realizado a Análise&#xD;
Temática de Conteúdo de Minayo. Aspectos Éticos: O estudo seguiu todos os preceitos éticos&#xD;
indicados pelo Comitê de Ética em Pesquisa com seres humanos da Faculdade Pernambucana&#xD;
de Saúde FPS e seguiu a resolução nº 510/16 do Conselho Nacional de Saúde ( tendo a&#xD;
coleta ocorrido após a liberação do número do CAAE:83137624.3.0000.5569. Os participantes&#xD;
assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido ( Resultados: A partir dos&#xD;
nossos resultados identificamos três temas centrais: a equipe e os cuidados à criança com TEA;&#xD;
a comunicação entre a equipe de saúde e o cuidador familiar; e a participação do cuidador&#xD;
familiar no tratamento da criança com TEA. Esses achados evidenciam que o cuidado da&#xD;
crian ça com TEA exige uma abordagem integrada e humanizada, na qual a atuação de uma&#xD;
equipe multiprofissional bem articulada garante um atendimento integral e individualizado,&#xD;
potencializando o desenvolvimento infantil. Do mesmo modo, a comunicação clara, contí nua e&#xD;
empática entre profissionais e cuidadores mostrou se fundamental para fortalecer vínculos,&#xD;
promover a continuidade terapêutica e ampliar a segurança no cuidado. Por fim, ficou evidente&#xD;
que a participação ativa da família no processo ultrapassa o espaço terapêutico, tornando se&#xD;
parte essencial da rotina cotidiana e favorecendo avanços significativos no desenvolvimento da&#xD;
criança. Conclusão: Podemos concluir que compreender as perspectivas dos cuidadores&#xD;
familiares de crianças com TEA permite identifica r lacunas no atendimento e fortalece a&#xD;
importância de práticas mais integradas e humanizadas nas equipes multiprofissionais. A partir&#xD;
desta pesquisa reforça a relevância de repensar estratégias de formação e de atuação das equipes&#xD;
de saúde, de modo a ampliar a sensibilidade para com as demandas familiares e promover&#xD;
práticas mais consistentes. Como perspectiva futura, destaca se a necessidade de aprofundar&#xD;
pesquisas que investiguem não apenas as experiências dos cuidadores, mas também o impacto&#xD;
de diferentes modelos de intervenção no desenvolvimento infantil e na qualidade de vida das&#xD;
famílias. Tais avanços poderão contribuir para a construção de políticas públicas mais&#xD;
inclusivas e para o fortalecimento de práticas assistenciais que garantam maior equidade e&#xD;
efetividade no cuidado às crianças com TEA.&#xD;
Palavras-chave: Cuidadores; Transtorno do Espectro Autista; Terapias assistidas
Description: Dissertação apresentada como requisito para a titulação de Mestra do Mestrado Profissional em Psicologia da Saúde da Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS).</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Conhecimento dos adolescentes de escolas públicas sobre as infecções sexualmente transmissíveis</title>
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      <name>BEZERRA, Debora Henrique</name>
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      <name>MELO, Mônica Cristina Batista de</name>
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    <updated>2026-03-23T18:45:19Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Conhecimento dos adolescentes de escolas públicas sobre as infecções sexualmente transmissíveis
Authors: BEZERRA, Debora Henrique; MELO, Mônica Cristina Batista de
Abstract: RESUMO Introdução: A adolescência é um período do desenvolvimento marcado por alterações biopsicossociais que afetam as dimensões do corpo físico, mas também ocasiona alterações afetivas, cognitivas e de relacionamentos, incluindo o surgimento dos papéis sexuais e reprodutivos. Tais comportamentos contribuem para o incremento no número de adolescentes gestantes e com infecções sexualmente transmissíveis. No Brasil, metade dessas infecções ocorrem em adolescentes e jovens adultos na faixa etária entre 15 e 24 anos, principalmente nas regiões mais vulneráveis. Objetivo: descrever o perfil clínico e sociodemográfico e analisar o conhecimento dos adolescentes sobre as infecções sexualmente transmissíveis. Método: O presente estudo é do tipo observacional de corte transversal. A pesquisa foi realizada no município de Olinda, em escolas públicas, escolhidas por conveniência, com adolescentes entre 12 e 18 anos, nos meses de agosto e dezembro de 2025. Foi realizado cálculo amostral a partir dos dados do Censo Escolar do QEdu referente ao ano de 2024. Considerando o universo de 11.991 alunos matriculados na rede pública de Olinda, o cálculo amostral para um nível de confiança de 95% e margem de erro de 5% indicou a necessidade de 373 participantes. Foi utilizado um questionário estruturado com perguntas sobre aspectos sociodemográficos e clínicos. As respostas foram digitadas em planilhas do Excel® 2013, sendo analisadas a partir de estatística descritiva. Isso permitiu calcular as frequências (números e porcentagens) e cruzar informações importantes, como a idade da primeira relação sexual e o uso de substâncias como álcool e drogas. Resultados: Participaram do estudo 84 adolescentes de quatro escolas públicas com maior predominância de estudantes do 8º e do 9º ano do Ensino Fundamental e 2º e 3º anos do Ensino Médio. Em relação à religião, 32,1% dos adolescentes pesquisados referiram não possuir religião (n=27), 22,6% referiram ser cristãos (n=19), 15,5% referiram ser cristãos evangélicos (n=13), 9,5% responderam que são católicos (n=8), 6% são de matrizes africanas (n=5), 1,2% se definiu como espírita (n=), 1,2% se considera agnóstico (n=1), 1,2% se considera como testemunha de jeová (n=1), 1,2% se considera ateu (n=1) e 9,5% não responderam a pergunta (n=8). Em relação às pessoas com quem moram, houve predominância de adolescentes que moram com o pai e com a mãe em 31% dos casos (n=26), apenas com a mãe em 21,4% dos casos (n=18) e, apenas com o pai em 2,4% dos casos (n=2). Em relação à renda, 17,8% dos adolescentes (n=15) referiu que a família vive com até um salário-mínimo, 11,9% referiram que a família vive com até dois salários-mínimos (n=10), 1,2% com até três salários-mínimos (n=1), 2,4% até quatro salários-mínimos (n=2), 1,2% mais que cinco salários-mínimos (n=1) e 65,5% não responderam ao item (n=55). Em relação às bolsas que recebem,&#xD;
52,38% (n=44) referiu receber auxílio sendo o pé-de-meia citado em 34.1% dos casos e o bolsa família em 24.4% dos casos, podendo, nesse caso, haver acúmulo de bolsas. Em relação ao conhecimento sobre as IST, houve predominância de baixo conhecimento sobre o tema e formas de prevenção, principalmente entre os adolescentes com vida sexual ativa, e que consomem álcool e outras drogas. Já em relação aos meios citados para conhecer mais sobre as IST, em 82.9% dos casos os adolescentes acreditam que palestras são boas opções (n=68), 78.6% que profissionais de saúde nas escolas são boas formas de aprendizagem (n=66), em 77.4% que campanhas na TV são boas estratégias (n=65) e, em 75.6% que a escola é um bom lugar para aprender sobre estes assuntos (n=62). Além disso, 58.3% dos adolescentes pesquisados não acreditam que conversar com amigos seja uma boa opção para aprender sobre IST (n=49). Conclusão: O estudo adotou uma abordagem quantitativa e transversal. Durante a coleta de dados, observou-se uma baixa adesão por parte dos adolescentes, fator atribuído à natureza sensível da temática, que envolve aspectos da vida privada e sexualidade. A análise dos resultados revelou uma elevada frequência de baixo conhecimento dos participantes sobre as Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), o que reforça a urgência de políticas públicas voltadas à promoção da saúde e prevenção nesse grupo. Esse déficit de informação, especialmente entre os jovens com vida sexual ativa, amplia a vulnerabilidade à aquisição dessas infecções. Diante desse cenário, elaborou-se um manual educativo que propõe ciclos de palestras em escolas públicas, voltadas aos adolescentes, visando expandir o conhecimento, incentivar o autocuidado e promover mudanças de comportamento para fortalecer a prevenção.&#xD;
Descritores: adolescentes; infecções sexualmente transmissíveis; intervenção educacional.
Description: Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu da Faculdade Pernambucana de Saúde– FPS, como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Psicologia da Saúde.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Arquitetura da colaboração: estratégias para lideranças na promoção da interprofissionalidade no SUS</title>
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    <author>
      <name>ALMEIDA, Luiza Piereck Bradley de</name>
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    <author>
      <name>SILVA, Eduardo Falcão Felisberto da</name>
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      <name>NOVAES, Nathaly Maria Ferreira</name>
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    <updated>2026-03-13T16:40:13Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Arquitetura da colaboração: estratégias para lideranças na promoção da interprofissionalidade no SUS
Authors: ALMEIDA, Luiza Piereck Bradley de; SILVA, Eduardo Falcão Felisberto da; NOVAES, Nathaly Maria Ferreira
Abstract: O trabalho em saúde em ambientes hospitalares é marcado por uma complexidade crescente, que exige respostas rápidas e integradas. No entanto, a prática cotidiana muitas vezes revela o "Paradoxo da Interprofissionalidade": embora os profissionais compreendam a importância de trabalhar em equipe, barreiras estruturais, hierarquias históricas e a pressão por produtividade acabam fragmentando o cuidado.&#xD;
Esta cartilha é resultado de uma pesquisa qualitativa realizada em enfermarias hospitalares do SUS e traduz os desafios reais identificados pelos próprios profissionais em orientações concretas de gestão. Ela não reproduz ideais teóricos distantes — ela nasce da escuta de quem vive o cotidiano do cuidado.&#xD;
Seu diferencial está exatamente nisso: sistematizar práticas interprofissionais para lideranças do SUS com base em evidências científicas e na realidade dos serviços, oferecendo orientações que podem ser aplicadas sem depender de recursos complexos ou condições ideais.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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